-->
ESTADO
DE MATO
GROSSO
SECRETARIA
DE ESTADO
DE EDUCAÇÃO
ESCOLA
ESTADUAL DOM
BOSCO
LUCAS
DO RIO
VERDE – MT
PROJETO
SALA
DE EDUCADOR
“FORMAÇÃO
CONTINUADA”
Lucas
do Rio Verde - 2013
- IDENTIFICAÇÃO
- Localização:
Estabelecimento: escola
estadual dom bosco
|
||
Endereço: avenida mato
grosso, nº 2191e, bairro rio verde
|
||
Cidade: lucas do rio
verde
|
Uf: mt
|
Cep: 78 455 000
|
Fone/fax - 65 3549 1242
|
E-mail:
domboscoescola@gmail.com
|
|
E-mail institucional:
lrv.ee.dom.bosco
|
Ensino Médio Inovador
|
03 anos
|
Not
|
800 horas
|
Ensino Médio
Regular(salas anexas)
|
03 anos
|
Mat
|
800 horas
|
Ensino Médio Integrado a
Educação Profissional - EMIEP- curso técnico em Informática
|
03 anos
|
Mat
|
1080 horas
|
Ensino Médio Integrado a
Educação Profissional - EMIEP curso técnico em Administração
|
03 anos
|
mat
|
1080 horas
|
- Atendimento em 2012
Modalidade
|
Nº
de turmas
|
Total
de alunos
|
Ensino Médio
Integrado
|
11
|
327
|
Ensino Médio
Inovador
|
42
|
1.272
|
Salas anexas
-Ensino Médio Regular
|
03
|
37
|
Total de turmas e
alunos
|
56
|
1636
|
Total de
professores e funcionários
|
120
|
Obs. Dados sujeito
a alterações
- Equipe Gestora
Diretora: Soleni
Teresinha Vendrúcolo Ioris.
Coordenadores
Pedagógicos: Fernando José Ribeiro dos Santos, Janete Alves Selke,
Lucimar Fonseca e Marcos Pissuti.
Secretária: Adair
da Silva Lobo
Coordenadora do
Projeto Sala de Educador Lucimar Fonseca
APRESENTAÇÃO
A Escola
Estadual Dom Bosco, completa em 2013, 30 anos de história no
atendimento educacional à comunidade luverdense. Acompanhando o
desenvolvimento do município, em 2004 mudou de endereço e ampliou o
atendimento. Com o novo endereço também mudou a realidade da
comunidade escolar que atendia majoritariamente os filhos de
agricultores oriundos dos estados da região sul do país, com boa
estrutura familiar e bom padrão de vida. O modelo de
desenvolvimento econômico do município também mudou. Essa mudança
necessitou de uma nova demanda de trabalhadores para suprir os
diversos setores da atividade econômica: indústria, construção
civil, serviços, comércio, avicultura, suinocultura, agricultura.
Em busca de oportunidades chegaram trabalhadores migrantes de vários
estados das diversas regiões do país, com o intuito de melhorar a
qualidade de vida para suas famílias. Essa nova realidade modificou
o perfil da comunidade escolar. Observou-se um alto índice de
desestruturação familiar, baixa escolaridade dos pais, baixa renda
e padrão de vida familiar, o que dificulta investimento na educação
dos filhos e consequente acompanhamento da vida escolar por parte dos
pais. Outro fator de dificuldade é a rotatividade de professores,
devido grande quantidade de contratos temporários e dificuldade dos
profissionais se estabeleceram no município devido, alto custo de
vida, especialmente no setor de moradia e alimentação. Diante dessa
realidade a Escola Estadual Dom Bosco apresenta no Ensino
Fundamental, conforme dados do INEP/2005, um IDEB de 2,6 e no Ensino
Médio o resultado do ENEM de 3,21..Superar essa realidade foi um
desafio para a gestão escolar , razão pela qual esforços foram
concentrados para implantar ações colegiadas, na reestruturação
do Projeto Político Pedagógico e fortalecimento do processo de
gestão democrática com a participação efetiva, no trabalho em
equipe, dos quatro segmentos da comunidade escolar. Através de
parcerias com a sociedade, ações foram implementadas a fim de
superar as dificuldades de permanência na escola do aluno
trabalhador que frequenta a escola no período noturno. O
comprometimento de alunos, professores e pais com o processo ensino
aprendizagem, foi relevante, para elevar o desempenho dos alunos. A
Implementação da avaliação institucional para diagnóstico para
acompanhar as dificuldades e evolução da aprendizagem dos alunos
foi outra ação importante. A implantação do currículo do Ensino
Fundamental na forma de Ciclo de Desenvolvimento Humano para
respeitar o tempo de cada aluno desenvolver sua aprendizagem. A
implantação do Ensino Médio Integrado a Educação Profissional e
a ampliação da carga horária dos alunos para 5 horas aula diária
também contribui para a elevação da aprendizagem e melhoria da
qualidade de ensino para nossos alunos e superamos num prazo menor as
metas estabelecidas MEC para 2021, conquistando um IDEB em 2009 de
5,2 e resultado do ENEM 2010 de 53,91. A meta estabelecida pela
comunidade escolar é atingir, em curto prazo, o resultado de 6,0 nas
avaliações externas. Para atingir essa meta, além de todas as
ações já implementadas a formação continuada dos profissionais
da educação é primordial para que a metodologia e forma de
avaliação possam superar os desafios da aprendizagem dos alunos. O
compromisso prioritário da formação continuada, através do
Projeto Sala de Educador é garantir que todos os alunos tenham
acesso a um ensino de qualidade com uma aprendizagem significativa
que lhes permita “aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a
conviver e aprender a ser”.
- JUSTIFICATIVA
A Escola
Estadual Dom Bosco em sua história educacional sempre primou pela
qualidade de ensino. Direciona sua proposta pedagógica para
compreender as mudanças econômicas, tecnológicas e culturais que
transformam aceleradamente a sociedade contemporânea apresentando
novos desafios para a escola e à prática do profissional da
educação. Essa nova realidade exige uma proposta qualificada de
formação continuada que contemple ações reflexivas na forma de
ensinar e aprender, com impacto positivo na aprendizagem dos alunos.
Nesse
processo de mudança, atribuiu-se à escola e seus profissionais
novas tarefas. No âmbito social, a responsabilidade atender a
diversidade de interesses e opiniões dos alunos e pais no cotidiano
das atividades, além de integrar a instituição com a comunidade de
seu entorno. No âmbito institucional, a tarefa de contribuir
ativamente na construção das políticas educacionais, através do
Projeto Político Pedagógico da escola, nos projetos de ensino e nas
conferências de definições de políticas educacionais nas
diversas esferas governamentais. No âmbito pessoal, a tarefa é
romper com cultura de isolamento profissional e ser protagonista da
própria formação, além de ampliar as ações coletivas, debater e
viabilizar condições dignas de trabalho.
Para dar
conta dessas demandas os profissionais da educação devem ser
valorizados como sujeitos das transformações que precisam ocorrer
continuamente na escola e na sociedade. Para tanto, o processo de
formação continuada precisa ser qualificado e garantir o domínio
da ciência, da técnica e da arte de ser educador. Construir com
autonomia as decisões que embasam as ações implementadas na
escola.A análise da prática educativa a forma de ensinar e a forma
de aprender também devem ser objetivo da formação. Espera-se como
resultado uma ação educativa capaz de preparar os alunos para
compreender a realidade e com condição de transformar positiva e
criticamente a sociedade em que vivem.,
Considerando
que “o saber não é isolado, ele é partilhado e transforma-se,
modifica-se a partir da troca de experiência e da reflexão coletiva
com os outros”,( Fiorentini
et AL 1998, p. 322) momentos informais de
compartilhamento de experiências entre os profissionais deve ser uma
constante no processo formação, pois, os diálogos que envolvem
dificuldades e êxitos no cotidiano da sala de aula, geram reflexões
sobre melhores formas de atuar e desenvolver o trabalho educativo,
re-significam conteúdos, reconstroem pensamentos, reinventam
práticas e fortalecem a identidade profissional.
As temáticas a serem trabalhadas consideram o perfil da comunidade
escolar e desafios a serem superados. Por essa razão estão
presentes temas direcionados a aprendizagem significativa,
contextualização dos conteúdos, gestão da sala de aula e
utilização das TICs. Com aprofundamento dos estudos pretende-se
intensificar as ações no combate a evasão escolar, enfrentar os
problemas de alunos com defasagem na aprendizagem, desmotivados, com
baixa autoestima, alunos oprimidos e apáticos, alunos hiperativos,
indisciplinados e sem compromisso com a própria aprendizagem.
Acreditamos que essas ações implementam uma educação com
qualidade social.
Considerando que um bom clima escolar favorece a aprendizagem dos
alunos, a formação continuada desenvolverá temáticas específicas
com os funcionários da escola. Visando integrar e resgatar a real
importância dos funcionários no processo educativo serão
aprofundado estudos na área pedagógica e profissional. A recepção,
o atendimento nos vários setores, marcos legais, a organização dos
espaços, a jardinagem, o cuidado com o patrimônio, as relações no
ambiente de trabalho, a educação ambiental, a alimentação
escolar, os projetos interdisciplinares enfim, a sintonia das pessoas
nos diversos ambientes é fundamental para que todos sejam acolhidos
e a escola cumpra seu papel social.
Considerar a escola como local de formação, possibilita discutir e
intervir na prática pedagógica, superando as fraquezas e
fortalecendo as ações que tem resultados positivos. Transformar a
escola, como espaço de reflexão coletiva no cotidiano, possibilita
que alunos e profissionais “aprendam, desaprendam, reestruturem o
aprendido e vão se aperfeiçoando e se desenvolvendo”
corresponsabilizando-se pela transformação da realidade.
Nesta
perspectiva, acreditamos que os profissionais em formação atuem com
clareza, pois, o processo de aprender e ensinar não deve ter por
objetivo o estudo que leve o aluno a assimilar e acumular informações
teóricas descontextualizadas, e sim o incentivo a aprender a pensar,
a refletir e “saber como fazer”. Valorizar, portanto, a autonomia
do jovem na hora de fazer escolhas e tomar decisões. O
Ensino
Médio da
escola vem
estruturando
sua
proposta em
consonância
com o
avanço do
conhecimento
científico
e
tecnológico,
fazendo da
cultura um
componente
da formação
geral,
articulada
com o
trabalho
produtivo,
em
conformidade
com os
pressupostos
estabelecidos
pela LDB
e parecer
CNE/CP Nº
11/2009 e
também,
conforme as
Orientações
Curriculares
do Estado
de Mato
Grosso, que
trata a
proposta de
experiência
curricular
inovadora
do Ensino
Médio, com
uma
metodologia
diversificada
onde os
alunos
possam ser
autônomos,
construir
seus
conhecimentos,
tendo a
pessoa do
professor
um
orientador
e
dinamizador
do
processo.
Considerando finalmente
a proposta
curricular
voltada às
necessidades
impostas
para o
atendimento
das
expectativas
dos
adolescentes
e jovens,
em
consonância
com a
proposta do
novo Ensino
Médio e
mudanças
do ENEM,
é
necessário
que os
profissionais
da educação
também
tenham um
acompanhamento,
garantindo
que os
profissionais da escola estejam
constantemente
em processo
de formação
continuada. O compromisso
prioritário da formação continuada, através do Projeto Sala de
Educador é garantir que todos os alunos tenham acesso a um ensino de
qualidade com uma aprendizagem significativa que lhe permita
“aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e
aprender a ser”.
- OBJETIVOS
- OBJETIVO GERAL
Fortalecer a Escola por meio da
organização de grupos de estudos para comprometimento coletivo com
o processo ensino aprendizagem considerando os profissionais
sujeitos capazes de propor e efetivar as transformações necessária
para uma educação com qualidade social.
- OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Possibilitar aos profissionais da educação momentos de estudos e reflexão sobre a prática, aprofundamento dos conhecimentos teórico-metodológicos de modo a contribuir nas intervenções necessárias ao fazer pedagógico diário;
- Promover uma formação consciente e contextualizada dos profissionais da educação em sua área de atuação embasada nas Orientações Curriculares da Educação Básica de Mato Grosso.
- Trabalhar o contexto do professor em sala de aula e/ou ação pedagógica, bem como suas expectativas, provocando assim tomadas de decisões, mudanças de posturas e de valores, possibilitando-lhes refletir suas ações e atitudes;
- Propiciar aos profissionais da educação momentos de informação, reflexão e discussão sobre os desafios diários da escola;
- Promover a vivência de um ensino contextualizado com a abordagem de temas sociais relevantes diversificando a prática docente, em sala de aula.
- Contribuir com a melhoria das aulas diárias através contextualização e da seleção de matérias pedagógicos adequados para cada conteúdo, disciplina/série;
- Promover momentos de trocas de experiências e integração profissional;
- Buscar novas metodologias, estratégias e materiais de apoio para lidar com a diversidade existente entre os alunos em sala de aula;
- Promover uma formação teórica sólida e consistente sobre educação, concepções, princípios políticos e éticos pertinentes a profissão e funções dos profissionais da educação;
- Planejar, elaborar, executar e apresentar resultados dos projetos de pesquisa interdisciplinares desenvolvidos em sala de aula;
- Desenvolver hábitos colaborativos e de trabalho em equipe.
- METODOLOGIA
A metodologia utilizada será de forma que, assegure o aprofundamento
teórico prático, a reflexão crítica sobre a prática pedagógica
e busca de novas alternativas para o ensino aprendizagem nas áreas
do conhecimento. Os profissionais da educação serão organizados em
grupos de estudos de formação geral e por área do conhecimento e
área profissional (EMI). Serão dedicadas três horas semanalmente,
sendo duas horas de formação geral e uma hora por área de
conhecimento para implementação das atividades e planejamento. A
temática será de acordo com a realidade e necessidade da escola,
conforme discussão coletiva e OCs.
Serão utilizados os laboratórios de
Informática (LIED), e demais laboratórios, (EMIEP) para
preparação de atividades, pesquisas e busca de atualidades e
inovações científicas, banco de questões interdisciplinares,
sistematização de dados das pesquisas de campo, e material
multimídia para implementar novas metodologias. Revistas, jornais
periódicos e livros, também serão utilizados para complementar
os estudos. Nos Laboratórios Educacionais de Ciências da
Natureza (Biologia, Química, Física e Matemática). Os equipamentos
multimídia, (Projetor
Multimídia), DVDs, máquina
fotográfica, filmadora, serão utilizadas para o desenvolvimento,
registros e divulgação das ações do projetos pedagógicos. O
registro das atividades desenvolvidas no Projeto Sala de Educador
será efetuado no caderno de campo de cada participante e o
coordenador designará em cada encontro um responsável pelo registro
coletivo das atividades em caderno específico(diário de bordo)
4.1-
ORGANIZAÇÃO DAS HORAS DE
ESTUDOS
4.1.a)
O Projeto Sala de Educador
da Escola Estadual Dom
Bosco prevê um total
de 80h de estudos,
para os professores, distribuídos da
seguinte forma:
*
60h presenciais – formação geral
*
20h presenciais – formação
por área de conhecimento.
4.1.b)
O Projeto Sala de Educador
da Escola Estadual Dom
Bosco prevê um total
de 80h de estudos,
para os funcionários, TAE e AEE, distribuídos
da seguinte forma:
*
60h presenciais – formação geral
*
20h presenciais – formação técnica
4.1.2- HORÁRIO
DOS ENCONTROS
GRUPO DE ESTUDO
|
DIA DA SEMANA
|
HORÁRIO
|
CHT
|
Formação geral
(grupo 01)
|
Quarta-feira
|
7h30 9h30min
|
60h
|
Formação geral
(grupo 02)
|
Quarta-feira
|
13:30h às 16:30h
|
60 h
|
Formação geral
(grupo 03)
|
Segunda-feira
|
18 às 20h
|
60 h
|
Área de Ciências da Natureza Matemática e
suas Tecnologias
|
Segunda-feira
|
18 às 19h
|
20 h
|
Área de Linguagens, Códigos e suas
Tecnologias
|
Terça-feira
|
18 às 19h
|
20h
|
Área de Ciências Humanas
|
Quarta-feira
|
18às
19h
|
20h
|
Formação Pedagógica e Técnica TAE e AEE
|
Segunda-feira
|
16h às 19h
|
60 h
|
4.CRONOGRAMA
PARA O DESENVOLVIMENTO DAS TEMÁTICAS INTERDISCIPLINARES
4.3.1-
CRONOGRAMA DAS TEMÁTICAS DA FORMAÇÃO GERAL
DATA
|
TEMÁTICA
|
|
20/03
|
Educação Especial – Plano de
trabalho e diagnóstico
|
02 h
|
27/03
|
Educação Especial – Educação
Inclusiva
|
02 h
|
03/04
|
Educação Básica - Os eixos
estruturantes: Conhecimento, trabalho e cultura.
|
02 h
|
10/04
|
02 h
|
|
17//04
|
Estruturação dos projetos
desenvolvidos na escola a partir da investigação
socioantropológica,
|
02 h
|
24/04
|
02 h
|
|
08/05
|
Ensino Médio Inovador –
PROEMI -
Pressuposto para um Currículo Inovador de Ensino Médio
|
02 h
|
15/05
|
Aprendizagem Significativa –
Teoria Construtivista da Aprendizagem numa perspectiva inovadora
com abordagem do complexo temático.
|
02 h
|
22/05
|
02 h
|
|
29/05
|
Avaliação
Avaliação como Práxis Emancipatória.
|
02h
|
05/06
|
02h
|
|
12/06
|
O Educador e a formação
humana.
|
02 h
|
19/06
|
02 h
|
|
26/06
|
A
contemporaneidade e a necessidade de uma educação ambiental para
sociedades sustentáveis.
|
02 h
|
03/07
|
02h
|
|
10/07
|
Identidade e autonomia dos educandos.
|
02h
|
17/07
|
Gestão da sala de aula: Os
alunos e suas particularidades e melhoria do desempenho.
|
02 h
|
14/08
|
02h
|
|
21/08
|
Ensino
Médio - Integração entre ciência, trabalho e cultura.
|
02 h
|
28/08
|
02 h
|
|
04/09
|
Prática
e formação de professores na integração de mídias
em
prol da aprendizagem
significativa no contexto escolar.
|
02 h
|
11/09
|
02 h
|
|
18/09
|
Gestão
da Sala de aula – A liderança do professor gestor.
|
02 h
|
25/09
|
02h
|
|
02/010
|
Dificuldades de aprendizagem
administração de conflitos e indisciplina na escola
|
02h
|
09/10
|
02h
|
|
16/10
|
A Função social do Ensino
Médio.
|
02 h
|
23/10
|
02h
|
|
30/10
|
O Ensino Médio Integrado à
Educação profissional EMIEP – As modalidades e
especificidades no atendimento às diversidades.
|
02h
|
06/11
|
02h
|
|
Total 60h
|
4.3.2 –
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES - ÁREA:
CIÊNCIAS DA NATUREZA E MATEMÁTICA
DATA
|
TEMÁTICA
|
Total de horas
|
28/03
|
Caracterização da área de
Ciências da Natureza e Matemática
|
01 h
|
01/04
|
A potencialidade dos Mapas conceituais na
aprendizagem significativa
|
01 h
|
08/04
|
Discussão
sobre metodologia e seleção de material, multimídia, jogos
educativos, vídeos, charges,clipes, documentários para uso em
sala de aula.
|
01
h
|
15/04
|
01
h
|
|
22/04
|
Reflexão
sobre 1º bimestre e replanejamento
das
estratégias com objetivos de superar os desafios encontrados.
|
01
h
|
29/04
|
01
h
|
|
06/05
|
Princípios facilitadores para a aprendizagem
significativa.
|
01 h
|
13/05
|
Socialização de experiências e discussão
sobre metodologia utilizada na aplicação diversos de conteúdos
em sala.
|
01 h
|
20/05
|
01 h
|
|
27/05
|
Uso de softwares educacionais LIED.
|
01 h
|
17/06
|
Oficinas de excel para
utilização de planilhas.
|
01 h
|
01/07
|
Análise do 1º semestre e elaboração de
gráficos do desempenho da aprendizagem
|
01 h
|
08/07
|
01 h
|
|
19/08
|
Realização de oficinas de atividades práticas
nos laboratórios (Matemática,Física, Química e Biologia), com
montagem de apostila de atividades práticas.
|
01 h
|
26/08
|
Produção e seleção de material multimídia
na área do conhecimento.(vídeos, clips, documentários,
softwares ).
|
01 h |
02/09
|
Socialização de atividades pedagógicas
desenvolvidas em sala de aula
|
01 h
|
09/09
|
01 h
|
|
16/09
|
Produção e socialização de
atividades pedagógicas interdisciplinares na área do
conhecimento com base nas OCs.
|
01 h
|
23/09
|
01 h
|
|
30/09
|
Análise do rendimento dos alunos 3º bimestre. E
organização de estratégias de recuperação final.
|
01 h
|
Total 20h
|
4.3.3-
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES
ÁREA: LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
DATA
|
TEMÁTICA
|
|
04/04
|
Caracterização da área de Linguagem
|
01 h
|
11/04
|
Conceitos e metas da área de linguagem e a
contextualização.
|
01 h
|
18/04
|
01 h
|
|
25/04
|
Sequência Didática
(Reflexão sobre leitura)
|
01 h
|
02/05
|
Área
de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias no Ensino Médio
Inovador.
|
01
h
|
09/05
|
01
h
|
|
16/05
|
Reflexão
sobre o ensino aprendizagem do 1º bimestre –
e replanejamento
das
estratégias com objetivos de superar os desafios encontrados.
|
01 h
|
20/06
|
Oficina de leitura: Estratégias para desenvolver o gosto pela leitura,estratégias para formar um bom leitor. | 01 h |
04/07
|
Elaboração de estratégias para utilização
da biblioteca, incluindo revistas e jornais em atividades
pedagógicas
|
01 h
|
11/07
|
Análise do 1º semestre e elaboração de
gráficos do desempenho da aprendizagem.
|
01h
|
15/08
|
Socialização
das poesias produzidas em sala de aula.
|
01 h
|
22/08
|
Seleção de poesias para a X coletânea.
|
01 h
|
01/09
|
Formatação do Livro de poesias
|
01 h
|
05/09
|
Gênero
textuais - divisão dos gêneros, seleção e aplicabilidade
|
01 h
|
29/08
|
01 h
|
|
05/09
|
Linguagem e identidade – sugestões
metodológicas
|
01 h
|
12/09
|
Produção e seleção de material multimídia
na área do conhecimento.(vídeos, clips, documentários,
filmes,softwares ).
|
01 h
|
19/09
|
01 h
|
|
26/09
|
Socialização de experiências e discussão
sobre metodologia utilizada na aplicação diversos de conteúdos
em sala.
|
01h
|
03/10
|
Análise do rendimento dos alunos 3º bimestre. E
organização de estratégias de recuperação final.
|
01 h
|
Total
|
20h
|
4.3.4- CRONOGRAMA DE
ATIVIDADES INTERDISCIPLINARES ÁREA: CIÊNCIAS
HUMANAS
DATA
|
TEMÁTICA
|
hs
|
26/03
|
Caracterização da área de Ciências Humanas
|
01h
|
02/04
|
Objetivos da Área de Ciências Humanas e suas
Tecnologias no Ensino Médio
|
01h
|
09/04
|
Proposições metodológicas da área para o Ensino Médio. | 01h |
16/04
|
01h
|
|
23/04
|
Educação em direitos humanos.
|
01h
|
30/04
|
Reflexão
sobre ensino aprendizagem 1º bimestre e replanejamento
das
estratégias com objetivos de superar os desafios encontrados.
replanejamento de estratégias de ensino
|
01h
|
07/05
|
Ciências humanas sob a ótica interdisciplinar
|
01h
|
14/05
|
Sistematização na prática
pedagógica no ensino de História de Mato Grosso
|
01h
|
21/05
|
Sistematização na prática
pedagógica no ensino de Geografia de Mato Grosso
|
01h
|
28/05
|
Metodologia,Interdisciplinaridade,avaliação
e desenvolvimento humano.
|
01h
|
04/06
|
Uma visão filosófica da educação Ambiental.
|
01h
|
18/06
|
A educação na perspectiva da igualdade
racial.
|
01h
|
25/06
|
A mulher em discussão na
história: suas lutas e seus direitos.Educação em direitos
humanos gênero e diversidade.
|
01h
|
02/07
|
Análise do 1º semestre e elaboração de
gráficos do desempenho da aprendizagem
|
01h
|
09/07
|
Produção e seleção de
material multimídia na área do conhecimento.(vídeos, clips,
documentários, softwares ).
|
01h
|
20/08
|
01h | |
27/08
|
Educação
da relações etnicorraciais no Curriculo
|
01h
|
03/09
|
Produção e socialização de atividades
pedagógicas interdisciplinares na área do conhecimento
|
01h
|
10/09
|
01h
|
|
17/09
|
Análise do rendimento dos alunos
e organização de estratégias de recuperação final.
|
01h
|
Total 20h
|
4.3..5 –
CRONOGRAMA DE ENCONTROS DOS
FUNCIONÁRIOS - TAE E AEE
DATA
|
TEMÁTICA
|
|
02/04
|
Funcionários de
Escolas:Educadores e Educandos
|
02h
|
09/04
|
Legislação Escolar
|
02h
|
16/04
|
02h
|
|
23/04
|
Homem Pensamento e Cultura
|
02h
|
30/04
|
Relações
Interpessoais
|
02h
|
07/05
|
02h
|
|
14/05
|
Educação Sociedade e Trabalho
|
02h
|
21/05
|
Otimização do ambiente escolar
|
02h
|
28/05
|
Gestão da Educação Escolar
|
02h
|
04/06
|
Regimento
Escolar/ Projeto Político Pedagógico
|
02h
|
Total
|
20h
|
Legislação Escolar
- RECURSOS FINANCEIROS
O projeto
Sala de Educador será subsidiado com recursos do PDE ( Plano de
Desenvolvimento Escolar) previsto no plano de ação, recursos
próprios e através de convênios com parceiros da escola. Recursos
próprios custearão as despesas para participação de formação no
CEFAPRO de Sinop .
- PLANO DE CUSTOS
Quant.
|
Material
|
P. unit.
|
Total
|
04
|
Cadernos brochuras capa dura gr
|
R$ 1600
|
R$ 64,00
|
03
|
Pastas envelope
|
R$ 23,90
|
R$ 71,70
|
03
|
Canetas esferográficas cx
|
R$ 20,00
|
R$ 60,00
|
05
|
Resmas de papel A4
|
R$ 18,00
|
R$ 90,00
|
05
|
Recargas Cartuchos p/ impressora
|
R$ 35,00
|
R$ 175,00
|
02
|
Tubos de cola
|
R$ 2,30
|
R$ 4,60
|
01
|
Cx lápis de cor 24 unid
|
R$ 20,00
|
R$ 20,00
|
03
|
Custeio de despesas formação SINOP
|
R$ 200,00
|
R$ 600,00
|
TOTAL DE CUSTOS
|
R$ 1.085.30
|
- AVALIAÇÃO
A
perspectiva de avaliação do Projeto Sala de Educador da Escola
Estadual Dom Bosco contempla a avaliação processual através do
acompanhamento da execução das atividades planejadas. Se houver
necessidade haverá redirecionamento de ações para atingir os
objetivos do projeto. Na perspectiva que os profissionais são
sujeitos da própria formação devem participar ativamente do
processo, refletindo sistematicamente sobre a execução das
atividades planejadas. Os coordenadores pedagógicos, responsáveis
pelos grupos de estudos acompanharão o processo subsidiando as
reflexões com os materiais necessários. Relatórios descritivos
constantes no caderno de campo individual e coletivo também serão
considerados. O relatório descritivo levará em conta a efetiva
participação do grupo, relevância dos temas, recursos, materiais
utilizados e a aplicabilidade. Será feita a sistematização por
tema trabalhado e fichas avaliativas individual e coletiva. A
participação da equipe do CEFAPRO Sinop também será avaliada,
considerando a orientação dos trabalhos, acompanhamento e
assessoria profissional especializada.
- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- SEDUC/MT - Parecer orientativo “formação continuada” para o ano de 2012
- Prado,. Maria Elizabete Brisola Brito - Articulações entre áreas de conhecimento e tecnologia –
- MEC/BRASIL - Parâmetros Curriculares Nacionais
- SEDUC/MT - Orientações Curriculares do Estado de Mato Grosso
- MEC/ BRASIL - Programa Ensino Médio Inovador – Documento Orientativo. Coordenadoria Geral do Ensino Médio Secretaria de Educação Básica, 2009
- MEC/ BRASIL - Programa Prófuncionário –Curso Técnico de Formação para funcionários da Educação - Coordenadoria Geral do Ensino Médio Secretaria de Educação Básica, 2006
- Schon, Donald A. Educando o profissional reflexivo: um novo design para o ensino e a aprendizagem/Donald A.Schon; trad. Roberto Cataldo Costa – Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
- AUSUBEL, D. P.; NOVAK, D.; HENESIAN, H. Psicologia educacional. Rio Janeiro: Interamericana, 1980. 625p.
- MOREIRA, M. A. Aprendizagem significativa. Brasília: Editora da Unb, 1999a. 129p.
- MOREIRA, M. A. Teorias de aprendizagem. São Paulo: Pedagógica e Universitária, 1999b. 195p.MOREIRA, M. A.; OSTERMANN, F. Teorias construtivistas. Porto Alegre: Instituto de Física/UFRGS, 1999. 56p. (Textos de apoio ao professor de física v. 10)
ESTADO
DE MATO GROSSO
SECRETARIA
DE ESTADO, ESPORTE E LAZER – SEDUC
SUPERINTENDÊNCIA
DE FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA – SUFP
CENTRO
DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA – CEFAPRO/SINOP
ESCOLA
ESTADUAL DOM BOSCO
PROJETO
DE FORMAÇÃO DOCENTE NA ESCOLA
PROFESSORES
EM AÇÃO
Lucas
do Rio Verde
Abril
de 2017
1.
IDENTIFICAÇÃO
DOS PARTICIPANTES
Nome completo
|
CPF
|
Data nascimento
|
Formação
|
Disciplina em
que atua
|
Alcione Deliberalli
|
000.240.060-09
|
01/02/1983
|
Letras/ Espanhol
|
Português
|
Aline Ramos da Silva
|
942.968.711-53
|
21/04/1981
|
Letras/ Espanhol
|
Espanhol
|
Almir da Silva Coutinho
|
819.059.989.53
|
21/06/1974
|
Letras
|
Português
|
Alyne Ramon Rodrigues
|
125.323.228-88
|
07/01/1971
|
Direito
|
Técnica
|
Angela Mônica Vitti
|
708.825.689-49
|
24/09/1969
|
Letras
|
Português
|
Antônio Clayton Santos
da Silva
|
757.222.672-87
|
17/09/1981
|
Letras/Inglês
|
Inglês
|
Bárbara A. Bazanella
|
017.378.380-52
|
16/08/1987
|
História
|
História/Geografia
|
Cátia Conceição Dameda
|
643.685.999-34
|
02/06/1966
|
Matemática
|
Matemática
|
Catiele Martins
|
010.498.050-89
|
10/03/86
|
Ciência da Computação
|
Técnica
|
Célia Aparecida T.
Nunes
|
054.473.701-67
|
10/10/1993
|
Pedagogia
|
Sociologia
|
Claudete Zavodini
|
415.946.221-91
|
22/02/1966
|
Letras
|
Sala de Recurso
|
Cláudia Rosani Meller
da Silva
|
643.952.869-68
|
06/05/1967
|
Matemática
|
Matemática
|
Cresciane L. Luz
Triques
|
856.415.451-04
|
23/06/1980
|
Matemática
|
Matemática
|
Cleide Rosana Gomes
Araújo
|
261.488.462-68
|
13/02/1967
|
Letras
|
Português
|
Cleyton Rodrigues dos
Santos
|
275.139.598-89
|
14/03/1978
|
ADM
|
Técnica
|
Cristina Arruda de
Andrade
|
024.114.861-89
|
05/12/1987
|
Biologia
|
Biologia
|
Cristina Tocheto
|
036.840.799-36
|
09/01/1982
|
Química
|
Química
|
Daniela Dalsotto
Follmann
|
003.239.920-05
|
05/09/1983
|
Sociologia
|
Sociologia
|
Débora Senger
|
004.492.920-02
|
03/04/1985
|
Artes Visuais
|
Arte
|
Dirlei lagni
|
017.169.019-28
|
26/09/1977
|
Arte
|
Arte
|
Edivani Aparecida
Kujawa
|
028.171.889-00
|
05/071980
|
Biologia
|
Física
|
Elizandra da Silva
Pimenta
|
984.722.080-87
|
16/08/1979
|
Letras
|
Português
|
Elizângela Barbosa Pavan
|
895.469.461-68
|
07/04/1979
|
Química
|
Química
|
Evandro Pettenon
|
996.567.100-10
|
06/11/1979
|
Filosofia
|
Filosofia
|
Gustavo Silveira Duarte
|
630.919.331-72
|
22/08/1977
|
Geografia
|
Geografia
|
Jâneo Marcelo Ancini
|
022.152.729-02
|
09/06/1976
|
Física
|
Física
|
Jairo R. Oliveira
|
250.983.828-82
|
25/10/1970
|
Geografia
|
Desvio de Função
|
Janete Selke Alves
|
688.238.600-59
|
06/06/1970
|
História
|
Coordenação
|
Joice Maria Gobi
Zarelli
|
083.760.039-17
|
05/06/1992
|
Química
|
Química
|
Joyce Ribeiro Gonçalves
|
963.854.301-97
|
18/03/1983
|
Física
|
Física
|
Jonair Basso Carlin
|
691.978.656-72
|
13/05/1967
|
Letras
|
Coordenação
|
Jordânia Regina Almeida
|
434.124.592-91
|
30/06/1975
|
Matemática
|
Matemática/Física
|
José Aparecido Neiman
|
882.752.801-68
|
07/05/1981
|
Geografia
|
Geografia
|
José Rubens Cortez
Filho
|
313.267.048-00
|
12/02/1979
|
História
|
História
|
José Deivson Cardoso da
Silva
|
050.714.034-63
|
25/04/1985
|
Matemática
|
Matemática
|
Juliana Scheneider
Moreira
|
905.866.971-87
|
15/06/1980
|
Biologia
|
Biologia
|
Juliana Maria dos
Santos Vargas
|
056.134.969-00
|
30/12/1986
|
Letras/Inglês
|
Inglês
|
Kelly C. Coelho
Nogueira dos Santos
|
977.804.801-00
|
25/08/1981
|
Biologia
|
Coordenação
|
Leila de Fátima
Alexandre
|
005.380.881-92
|
26/12/1983
|
Matemática
|
Matemática
|
Liliane Mofardini
|
083.123.999-92
|
19/08/1991
|
Química
|
Química
|
Lorhaine Santos Silva
|
041.367.541-67
|
12/10/1992
|
Biologia
|
Biologia
|
Lucimar Aparecida
Zorzan
|
645.915.309-49
|
07/11/1970
|
Matemática
|
Matemática
|
Lucimar Fonseca da
Silva
|
985.649.005-72
|
10/12/1979
|
História
|
História
|
Luís Fernando Guimaraes
Zen
|
023.094.339-00
|
23/10/1976
|
História
|
História / Sociologia
|
Luziane Aparecida
Ribeiro
|
019.726.979-60
|
06/04/1977
|
Arte/Pedagogia
|
Arte
|
Manoel Augusto
Stahlschmidt
|
014.629.909-40
|
12/11/1974
|
Educação Física
|
Educação Física
|
Márcio José Dias
Nascimento
|
690.777.111-04
|
23/06/1978
|
Física
|
Física
|
Marcos Pissutti
|
383.778.880-68
|
16/02/1963
|
Matemática
|
Matemática
|
Marlussi Bonafé
|
018.377.040-40
|
12/09/1988
|
Artes Visuais
|
Arte
|
Maria das Graças de
Almeida
|
383.682.931-20
|
23/05/1965
|
Letras
|
Português
|
Mayara Cadzerski
|
025.399.791-73
|
25/08/1989
|
Letras
|
Português
|
Michele Eidt Tognon
|
985.410.211-49
|
19/10/1984
|
Biologia
|
Biologia
|
Nilson Cleyton
Gonçalves
|
538.010.321-91
|
20/12/1971
|
Educação Física
|
Educação Física
|
Osmar Cícero da Silva
|
303.257.278-99
|
27/10/1980
|
Matemática
|
Matemática
|
Paula Regina a. Silva
|
879.594.881-34
|
29/09/1981
|
Letras
|
Desvio de Função
|
Queile Leidiane Dias
Pedrozo
|
019.674.741-41
|
27/09/1987
|
Biologia
|
Biologia/ Química
|
Rafael Bustillo Juy
|
054.911.529-35
|
13/07/1986
|
Geografia
|
Geografia
|
Renato José Ferreira
|
930.023.601-63
|
15/07/1980
|
Geografia
|
Geografia
|
Regina Nogueira da Silva Neiverth
|
000.338.211-78
|
28/09/1983
|
Ciências Contábeis
|
Técnica
|
Ricardo Luis de Andrade
|
037.004.339-13
|
02/01/1982
|
Matemática
|
Matemática
|
Roberto Simões
Rodrigues
|
740.141.297-72
|
21/02/1962
|
História
|
História
|
Rodrigo Antonio
Szablewski
|
000.014.420-74
|
20/02/1982
|
Filosofia
|
Articulação
|
Rogério Leite Murji
|
945.387.941-04
|
06/06/1981
|
Ciências Biológicas
|
Biologia
|
Rosiane Pereira
|
001.648.701-05
|
20/01/1985
|
Filosofia
|
Filosofia
|
Rudimar da Silva Couto
|
475.567.229-53
|
21/07/1963
|
Matemática
|
Física
|
Sebastião Rodrigues
Alves
|
326.717.509-78
|
23/01/1957
|
Física
|
Física
|
Simone Tomasi
|
979.048.050-49
|
18/08/1980
|
Matemática
|
Direção
|
Thiago Roberto
Baldissarelli
|
012.749.270-48
|
23/12/1986
|
Química
|
Química
|
|
|
|
|
|
2.
IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA
Estabelecimento:
Escola Estadual Dom Bosco
|
|||||
Endereço:
Avenida Mato Grosso, nº 2191e, Bairro Rio Verde
|
|||||
Cidade:
Lucas do Rio Verde
|
UF:
MT
|
Cep: 78455000
|
|||
Fone/fax
- 65 3549 1242
|
E-mail:
domboscoescola@gmail.com
|
||||
E-mail
institucional: lrv.ee.dom.bosco
|
|||||
EnsinoMédioInovador
|
03 anos
|
Not
|
800
h
|
||
EnsinoMédio Inovador
|
03 anos
|
Mat
|
1000
h
|
||
Ensino
Médio Integrado a Educação Profissional - EMIEP- curso técnico em
Informática- Integral
|
03
anos
|
Mat
|
1240
h
|
||
Ensino Médio Integrado a Educação Profissional - EMIEP curso
técnico em Administração
|
03
anos
|
Mat
|
1240
h
|
||
Atendimento em 2017
Modalidade
|
Nº
de turmas
|
Total
de alunos
|
EnsinoMédioIntegrado
|
03
|
37
|
EnsinoMédioInovador
|
46
|
1471
|
Salas
anexas
|
03
|
57
|
Total
de turmas e alunos
|
52
|
1565
|
Total de professores e funcionários
|
120
|
Equipe Gestora
Diretora: Simone Tomasi.
Coordenadores Pedagógicos: Janete Selke
Alves,Cláudia Meller da Silva, Jonair
Basso Carlin, Kelly Cristina Coelho Nogueira dos Santos
Professor articulador: Rodrigo Antônio
Szablewski
Coordenadora do Projeto de Formação
Docente na Escola: Janete Selke Alves
3.
INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA
A Escola Estadual
Dom Bosco, iniciou suas atividades em fevereiro de 1982 com a chegada dos
primeiros assentados e foi criada oficialmente 17 de maio de 1983.
Segundo dados da
Secretaria Municipal de Educação, 62% dos alunos do município matriculados no
Ensino Médio frequentam a Escola Estadual Dom Bosco, caracterizando-a com um
perfil de escola jovem, sendo um referencial para mais da metade dos alunos da
fase final da Educação Básica do município, que aqui estudam.
No decorrer dos anos a equipe
escolar tem buscado alternativas para superar as maiores fraquezas, que são: o
baixo índice de aprovação, altos índices de repetência e abandono escolar,
principalmente no ensino noturno e não tem conseguido avançar, apesar dos
esforços concentrados para superação, ficando com baixos índices, não
diferentes da realidade do Estado e do País.
A formação contínua dos profissionais da educação
contempla aspectos relevantes no âmbito educacional. A democratização do saber
passa necessariamente pelo professor e envolve a sua formação, sua valorização
e suas condições de trabalho. Assim o estudo no âmbito escolar, passa a ser
essencial como um processo que se prolonga na vida profissional e subsidia o
fazer pedagógico diante dos desafios encontrados na escola, auxiliando as ações
interventivas, criando condições para que o aluno possa exercer a sua ação de
aprender, participando de situações que favoreçam isso.
As ações de intervenção fundamentam-se nos pressupostos
da pesquisa-ação, supondo ainda que a pesquisa deve ter como função a
transformação da realidade. Na escola, apresenta-se com grande relevância
devido seu caráter pedagógico, os professores ao pesquisarem sua própria
prática relacionando aos teóricos estudados, são impulsionados a produzirem
novos conhecimentos, e novos compromissos, de cunho crítico, com a realidade em
que atuam.
No entanto, nessa dinâmica, tanto pesquisador como
pesquisados devem estar diretamente envolvidos em uma perspectiva de mudança,
haja vista outros fatores que interferem na aprendizagem em sala de aula. “Libâneo
(1998) acredita que os momentos de formação contínua levam os professores a uma
ação reflexiva. Uma vez que após o desenvolvimento da sua prática, os
professores poderão reformular as atividades para um próximo momento,
repensando os pontos positivos e negativos ocorridos durante o desenrolar da
aula, buscando assim melhorias nas atividades e exercícios que não se mostraram
eficientes e eficazes no decorrer do período de aula. ”
Desta
forma, o Projeto de Formação Docente na Escola, vem com essa proposição de ser
um processo de formação contínua in lócus, e intervenção pedagógica, a partir
das análises dos dados da ADEPE-MT, SAEB, ENEM, que ocorrerão durante a
formação, de forma conjunta, possibilitando o processo dialógico permitindo o
debate dos porquês dos resultados bem como ações passiveis de uma efetivação em
sala de aula.
Partindo
do princípio e pressuposto, que aluno e professor são sujeitos, intimamente
relacionados ao processo de constituição e desenvolvimento do conhecimento, a atuação
do professor é de suma importância já que ele exerce o papel de mediador da aprendizagem
do aluno. Certamente é muito importante para o aluno a qualidade de mediação
exercida pelo professor, pois desse processo dependerão os avanços e as
conquistas do aluno em relação à aprendizagem na escola.
Desta
forma, a dinâmica de interagir pautadas na articulação teoria-prática, na
resolução de situações problemas e na reflexão sobre a atuação profissional e
no fazer pedagógico é que a proposta do Projeto de Formação Docente na Escola
contribuirá de forma significativa para o desenvolvimento do conhecimento dos
profissionais da educação, cujo objetivo entre outros, é facilitar as
capacidades reflexivas sobre a própria prática elevando-a a uma consciência
coletiva e a partir dessa perspectiva, elaborar ações de intervenção de acordo
com a realidade e as especificidades da escola.
4.
OBJETIVO GERAL
- Promover a formação coletiva contínua e consistente dos
professores que atuam na Escola Dom Bosco, oportunizando o diálogo, a
troca de experiências e o aprofundamento das teorias, favorecendo a
consolidação dos conhecimentos, os avanços na aprendizagem e proficiência
dos alunos, a integração do grupo, a fim de propor e
efetivar as transformações político-pedagógicas na escola.
4.1
Objetivos Específicos
·
Realizar estudo coletivo com as temáticas
propostas pelo corpo docente;
·
Possibilitar a reflexão das práticas a
partir de uma consciência coletiva.
·
Fortalecer a identidade dos profissionais
da educação da escola através dos estudos e leituras propostas.
·
Discutir, refletir e reavaliar as práticas
pedagógicas, subsidiadas pelos estudos teóricos.
·
Aprimorar o processo ensino-aprendizagem
efetivando a aprendizagem dos alunos.
5.
REFERENCIAL
TEÓRICO
5.1 GESTÃO DE SALA DE AULA
A sala de aula é um espaço no qual,
em determinado tempo, se lida com os acontecimentos de outros tempos e espaços,
com as histórias de vida dos sujeitos, que interagem num mesmo ambiente. Essa
interação entre os grupos dependerá do professor, de sua forma de mediar as
situações, que no uso de suas atribuições e qualidades, deve saber planejar e
avaliar os momentos de aprendizagem, estabelecendo um alto nível de interação
cultural entre ele e o aluno, sendo assim entendido, deve agir como um mediador,
produzindo significado nas práticas de sala de aula, por isso, nesse processo
faz-se necessário que o professor seja conhecedor dos conteúdos e das
estruturas, pois, os mesmos são fundamentais para que o professor médio
conflitos e teça relações continuas.
A gestão da sala de aula é a gestão
da conduta, onde fazer a gestão não se resume ao estabelecimento de regras e
procedimentos, os quais não poderão ser quebrados a cargo de serem punidos. As
experiências demonstram que a gestão de conduta ocorre a partir da implementação
de um processo educativo e participativo, na qual o professor e o aluno façam
parte da tomada de consciência e de desenvolvimento da autonomia pessoal. Dessa
forma afirma Vasconcellos:
O
aluno e o professor, como seres concretos, sofrem o reflexo, registre-se que
não mecânico, de todo este contexto. Numa visão que compreende o
desenvolvimento humano como histórico-cultural, não há como deixar de lado as
condições objetivas gerais em que se dá a tarefa educativa. Como é angustiante
(e, muitas vezes, ameaçador) ver, por exemplo, nossos alunos envolvidos com
drogas...
Em conformidade com Vasconcellos,
encontra-se a gestão da interação cultural, onde o professor deve criar
condições para que os alunos vejam o docente como pessoa e, ao mesmo tempo,
perceber seus colegas como iguais. Esse processo depende de diálogo, do
colocar-se no lugar do outro, da valorização da orientação cultural que os
outros trazem em sua bagagem de vida.
Considera-se, dessa maneira, a
gestão da sala de aula como as medidas adotadas que garantam uma aprendizagem
eficiente, a qual envolve a capacidade de gerir ações para melhorar a
aprendizagem, ações à conduta e ações que visem as interação cultural
existentes no meio escolar e social do aluno. Dessa forma, percebe-se que o
professor gestor de sala de aula, necessita de embasamento, que deve ser
adquirido por meio da formação continuada, dos estudos literários que produzam
conhecimentos e habilidades que efetivem a sua postura como gestor de sala de
aula.
5.2.
GESTÃO DEMOCRATICA
Considerando a Constituição Federal de 1988 e a Lei de
Diretrizes e Bases de 1996, Mato Grosso regulamentou a Gestão Democrática
Escolar através da Lei n° 7040/98. Um
modelo de gestão contemplado como princípio do ensino público, Política de
Educação Básica do Estado em consonância com as diretrizes estabelecidas pela
Política Nacional de Educação, Plano Nacional e Estadual de Educação e
legislações educacionais.
A gestão escolar pública
vive uma fase de transformações. O talento e energia humanos, associados a
recursos tecnológicos transformam o cotidiano escolar no contexto de uma
sociedade que se democratiza e muda a sua realidade. A escola é um universo específico e requer,
através da ação de seus atores, adoção de práticas interativas, participativas e
democráticas, que garantam formação competente dos alunos, permitindo que sejam
capazes de resolver problemas cada vez mais complexos da sociedade, com
criatividade, empreendedorismo e espírito crítico, a fim de buscar uma
qualidade social, conforme afirma Libânio:
Conquistar
a qualidade social, democrática da educação implica a escola cumprir sua função
social, que passa por três tarefas básicas: Aprendizagem Efetiva,
Desenvolvimento Humano Pleno e Alegria Crítica (Docta Gaudium) de cada
um e de todos os educandos.
É através desse enfoque de atuação da gestão escolar que se
observa a escola globalmente e pela visão estratégica o gestor propõe ações
interligadas para solução de problemas vivenciados na escola. Sempre com
objetivo final da garantia da aprendizagem efetiva e significativa,
desenvolvendo as competências que a sociedade demanda. A maior responsabilidade
do gestor da escola pública é a articulação entre as dimensões pedagógicas,
jurídicas, administrativas e financeiras, sempre com referência em boas
experiências realizadas em outros contextos, construindo socialmente uma
cultura organizacional baseada no diálogo.
Buscamos através da temática de Gestão Democrática trazer um
maior engajamento de todos os segmentos da escola nas atividades desenvolvidas
pela mesma, também que haja clareza das responsabilidades de todos os
envolvidos de ser e fazer pela escola, refletindo em um resultado melhor no
processo de ensino-aprendizagem.
5.3.
AVALIAÇÃO
A avaliação tem natureza diagnóstica, contínua, cumulativa e
formativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos,
sendo considerados os resultados ao longo de todo ano letivo a partir dos mais
diversos instrumentos de avaliação. A avaliação tem funções diversas para o
aluno e para o educador.
Ela é diagnóstica quando acontece antes da ação de formação e
tem como objetivo orientar o trabalho do educador, adaptando-se às necessidades
do aluno e às suas características e necessidades de aprendizagem. Ela assume a
perspectiva formativa, quando acontece durante a ação de formação e tem como
função regular e guiar constantemente o processo de ensino- aprendizagem. O
educador ao longo do processo vai compondo novas estratégias para superação das
dificuldades encontradas no ensino e na aprendizagem. É somativa, quando
acontece após a ação de formação, com a função de verificar e certificar os
conhecimentos construídos, centrando-se, neste momento, nos resultados, a
partir das produções dos alunos. É atitudinal quando se observa a motivação do
aluno no cumprimento de seus deveres enquanto estudante.
A avaliação formativa observa cada momento
vivido pelo aluno, seja na sala de aula ou fora dela. Ela fortalece a teoria de
que o indivíduo humano aprende em cada instante de sua existência e, portanto,
são nesses diversos momentos que ele terá que ser avaliado. Todas essas
microavaliações, estratégias, diversos instrumentos avaliativo, se tornarão um
todo através do somatório de suas partes para que a educação inclusiva seja
consolidada. Conforme afirma Both:
Como
instrumento privilegiadamente auxiliar do ensino, necessitamos encarar a
avaliação como processo de desenvolvimento técnico, pedagógico, cientifico e
psicológico do aluno em função da aprendizagem.
Em conformidade com essa linha de pensamento, a construção
pelos docentes de avaliações claras, diversificadas que busca de várias formas melhorarem
o aprendizado, instigando as mais diferentes habilidades e levando em
consideração as limitações de cada aluno e visando melhorar os altos índices de
reprovação.
6.
PROCEDIMENTOS
METODOLÓGICOS
A
formação docente é um direito. Sua oferta pelos sistemas de ensino, redes e instituições
educativas encontra-se oficialmente regulamentada na Lei de Diretrizes e Bases
da Educação (LDB – Lei n.º 9.394/96, Art. 61, Inciso I; Art. 67, Incisos II e
V;Art. 87, § 3) e, mais recentemente, na Resolução n.º 02/2015 que define as
Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior e
para a formação continuada (Capítulo I, Art. 1.º, § 1.º; Capítulo VII, Art.
19), dentre outros.
A
formação docente é também uma necessidade. Nesse caso, ela é entendida como
processo de desenvolvimento dos profissionais da educação, o qual acontece, principalmente,
em seu contexto de trabalho: a escola. É nela que eles constroem novos conhecimentos
e práticas, a partir do que já possuem e sabem. Desse modo, desenvolvendo
continuamente na sua profissionalização, a fim de dar conta dos desafios que
são defrontados ao longo de sua trajetória profissional.
O
desenvolvimento do projeto de formação docente na escola pressupõe essa compreensão
por parte dos professores. Além disso, ele também pressupõe as condições necessárias
para viabilizá-lo, como: provisão de tempo, espaço adequado, referências apropriadas,
enfim, a preocupação com a gestão de todos os elementos implicados nas etapas
de sua realização.
Os
encontros formativos dos profissionais da Escola Estadual Dom Bosco acontecerão
em três momentos semanais: terças-feiras das 18h às 22h, quartas-feiras das 13h
às 17h e nas quintas-feiras das 7h às 11h. Cada professor escolhe um horário
que melhor se adequar.
O
estudo ocorrerá em grupo geral, permitindo a troca de informações, fator
possibilitador, por meio dialético o aprimoramento das práticas de sala de
aula. Os registros serão realizados de forma coletiva, possibilitando registrar
o objeto de estudo, assim como as discussões acerca dos problemas com os
apontamentos do corpo docente.
São
etapas do processo de formação docente na escola, desencadeado por meio de
ações desenvolvidas na elaboração e no desenvolvimento do projeto:
1.ª
etapa - a construção do diagnóstico de necessidades formativas, que apontará para
a escolha das temáticas e das referências de estudo;
2.ª
etapa - o estudo das temáticas;
3.ª
etapa – a apropriação do aprendizado adquirido com o estudo das temáticas no
plano de ensino a ser aplicado em aula;
4.ª
etapa – a socialização de como se deu essa apropriação de aprendizado adquirido
com o estudo das temáticas no plano de ensino;
5.ª
etapa – a socialização dos resultados obtidos com a aplicação do plano de ensino;
6.ª
etapa – a avaliação do processo de formação, desencadeado pelo desenvolvimento
das ações, que foram iniciadas, a partir do estudo de cada temática apontada
como necessidade formativa no diagnóstico.
É
possível observar nesse movimento provocado pelo desenvolvimento de ações englobadas
no processo de formação, que a ação da primeira etapa está na fase de elaboração
do projeto, sendo o seu ponto de partida. A realização das demais ações do processo
de formação docente na escola estão no desenvolvimento do projeto já elaborado.
Nesse
movimento de cumprir as etapas envolvidas no processo de formação, o docente
observa a articulação entre as ações formativas e a regência do ensino. Elas
não são práticas descoladas. Estão em interação, cada uma a seu tempo e com
interlocutores específicos, buscando alcançar o objetivo de relacionar a teoria
e a prática em prol do ensino e das aprendizagens.
Portanto,
na formação docente na escola, saibamos usufruir de nosso direito e articularmos
para lidar com as dificuldades da profissão.
7. CRONOGRAMA
Temática
1:GESTÃO EM SALA DE AULA
|
|||
Referência(s)
BROUSSEAU,
Guy. "Os diferentes papéis do professor". In: Cecília Parra &
Irma Saiz (org.).Didática da Matemática – Reflexões pedagógicas. Porto
Alegre, ARTMED, 1996.
CHARNAY,
Roland. "Aprendendo com a resolução de problemas". In Cecília Parra
& Irma Saiz(org.). Didática da matemática – Reflexões pedagógicas. Porto
Alegre, ARTMED, 1996.
VASCONCELLOS,
Celso dos S. Planejamento: a Importância dos Momentos Iniciais na Escola. In:
Gestão da Sala de Aula. São Paulo: Libertad, 2017.
VASCONCELLOS,
Celso dos S. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto
Político-Pedagógico, 24ª ed. São Paulo: Libertad, 2016.
NÓVOA,
A. Formação de professores e profissão docente. In: NÓVOA, A. (Org.). Os
Professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1992.
ANDRÉ,
Marli. O papel mediador da pesquisa no ensino da didática. In: ANDRÉ, M.;
OLIVEIRA, M. R. (Orgs.). Alternativas do ensino da didática. Campinas/SP:
Papirus, 1997. p. 19-36.
|
|||
Datas
|
Ações
do projeto de formação docente na escola
|
Carga
horária
|
Mediação
|
18/19/20
25/26/27
Abril
02/03/0409/10/11
Maio
|
Estudo
da temática no grupo
|
16H
|
JANETE
|
16/17/18
Maio
|
Discussões,
nos grupos, de como será feita a apropriação do aprendizado da temática no
plano de ensino
|
4H
|
JANETE
|
23/24/25
Maio
|
Socialização,
no grupo, da apropriação do aprendizado da temática no plano de ensino
|
4H
|
JANETE
|
30/31
Maio
01
Junho
|
Socialização,
no grupo, dos resultados obtidos com a aplicação do plano de ensino em sala
de aula
|
4H
|
JANETE
|
06/07/08
Junho
|
Avaliação
do processo de formação desenvolvido a partir da temática, com elaboração de registro
coletivo
|
4H
|
JANETE
|
|
|
|
|
Temática
2: GESTÃO DEMOCRÁTICA
|
|||
Referência(s)
CARDOSO,
Fernando Henrique. Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em 20/08/2015.
DAYRELL,
Juarez. Juventude e ensino médio: sujeitos e currículos em diálogo / Juarez
Dayrell, Paulo Carrano, Carla Linhares Maia, organizadores. Belo Horizonte:
UFMG, 2014.
FERREIRA,
Naura Syria Carapeto. Gestão democrática da educação: atuais tendências,
novos desafios / Naura S. Carapeto Ferreira (Org.). 8 ed. São Paulo: Cortez,
2013.
GARSKE,
Lindalva M. N. Gestão democrática: um referencial na construção da qualidade
na educação básica. Rondonópolis: UFMT, 2010.
LIBÂNEO,
José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. 6 ed. revista
e ampliada. Goiânia: Alternativa, 2013.
LÜCK,
Heloísa. Dimensões da gestão escolar e suas competências. Curitiba: Positivo,
2009.
|
|||
Datas
|
Ações
do projeto de formação docente na escola
|
Carga
horária
|
Mediação
|
20/21/2227/28/29Junho
04/05/06
Julho
|
Estudo
da temática no grupo
|
12H
|
JANETE
|
11/12/13Julho
|
Discussões,
nos grupos, de como será feita a apropriação do aprendizado da temática no
plano de ensino
|
4H
|
JANETE
|
15/16/17Agosto
|
Socialização,
no grupo, da apropriação do aprendizado da temática no plano de ensino
|
4H
|
JANETE
|
22/23/24
Agosto
|
Socialização,
no grupo, dos resultados obtidos com a aplicação do plano de ensino em sala
de aula
|
4H
|
JANETE
|
29/30/31
Agosto
|
Avaliação
do processo de formação desenvolvido a partir da temática, com elaboração de
registro coletivo
|
4H
|
JANETE
|
Temática
3:AVALIAÇÃO
|
|||
Referência(s)
BOTH, Ivo José.
Avaliação Planejada, aprendizagem consentida: é ensinando que se avalia, é
avaliando que se ensina. 1 ed. Curitiba: InterSaberes, 2012.
OLIVEIRA, D. A. A reestruturação do trabalho
docente: precarização e flexibilização. Educação & Sociedade. Campinas,
v. 25, n. 89, p. 1127-1144, set./dez. 2004
FRANCO,
M. L. P. B. Análise de conteúdo. Brasília: Plano Editora, 2003.
SAMPAIO,
M. M. F.; MARIN, A. J. Precarização do trabalho docente e seus efeitos sobre
as práticas curriculares. Educação & Sociedade, Campinas, v. 25, n. 89,
p. 1203-1225, set./dez. 2004.
|
|||
Datas
|
Ações
do projeto de formação docente na escola
|
Carga
horária
|
Mediação
|
12/13/14Setembro
|
Estudo
da temática no grupo
|
4H
|
JANETE
|
19/20/21Setembro
|
Discussões,
nos grupos, de como será feita a apropriação do aprendizado da temática no
plano de ensino
|
4H
|
JANETE
|
26/27/28
Setembro
|
Socialização,
no grupo, da apropriação do aprendizado da temática no plano de ensino
|
4H
|
JANETE
|
03/04/05
Outubro
|
Socialização,
no grupo, dos resultados obtidos com a aplicação do plano de ensino em sala
de aula
|
4H
|
JANETE
|
17/18/19
Outubro
|
Avaliação
do processo de formação desenvolvido a partir da temática, com elaboração de
registro coletivo
|
4H
|
JANETE
|
8.
REFERÊNCIAS
BOTH, Ivo José. Avaliação Planejada, aprendizagem consentida: é ensinando que se
avalia, é avaliando que se ensina. 1 ed. Curitiba: InterSaberes, 2012.
Estado do Mato Grosso. Secretária de
Estado de Educação, Esporte e Lazer. Orientativo
Pedagógico. Cuiabá, 2017
VASCONCELLOS,
Celso dos Santos. Desafio da Qualidade
da Educação: Gestão da Sala de Aula.Disponível em http://demogimirim.edunet.sp.gov.br/Grupo/Desafio.pdf.
Acessado em 28/03/2017.
LIBÂNEO,
José Carlos. Organização e gestão da
escola: teoria e prática. 6 ed. revista e ampliada. Goiânia: Alternativa,
2013.
CARDOSO,
Fernando Henrique. Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Disponível
em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em 20/08/2015.
Lucas do Rio Verde. Escola Estadual Dom
Bosco. Projeto Político Pedagógico. Lucas do Rio Verde, 2016.
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