sexta-feira, 27 de abril de 2012

Relato/ Estudo Grupo de Estudo - Geplia.

Pesquisadoras GEPLIA- CEFAPRO/UNEMAT-27-04-2012
Objetivos Grupo de Estudo - GEPLIA. Linguística Aplicada. O inicio dos estudos se deu com a leitura das anotações da professora Ketheley postadas no Blog. Módulos de Estudo- 1- Formação (reflexiva) - Nóvoa 2- Formação Continuada - Ibernón 3-Linguística Aplicada - Slides 4- Metodologias de Pesquisa - métodos, técnicas, instrumentos, natureza etc... 5-pesquisa Colaborativa -Magalhães Questões - Tópico Guia.(orientará a pesquisa) Módulos serão postados no Fórum para reflexões.
Continuação do estudo dos slides, Linguística Aplicada.
Próximo encontro estudo - Texto do Nóvoa - Professores: O futuro ainda demora muito tempo? Leitura e no Fórum discutir as questões postadas sobre este capítulo 1° pg. 11 a 23
Discussões sobre Formação Continuada.
Comente as medidas enumeradas  pelo autor.
LA. tem caráter interdisciplinar/trandisciplinar e segundo Moita Lopes tem o caráter indisciplinar.
 Foco de pesquisa. Problemas de relevância social com necessidade de respostas teóricas para benefícios sociais.
Pennycook(1998) ressalta a necessidade de compreender os sujeitos em contextos e discursos múltiplos.
Fairclough (1989)- Da Pedagogia Crítica e aponta para o estudo crítico da linguagem que funciona para manter/ou mudar as relações de poder.
LA - A língua como instrumento de Dominação  ( estudos)
Em consonância com a pedagogia crítica que busca a transformação da Sociedade.
Analisa a Base ideológica do conhecimento refletindo sobre " o caráter político da Educação".
LA segundo Moita Lopes( 1996) aponta o caráter interdisciplinar. A linguagem em uso no contexto social em que o sujeito esta envolvido. Quer seja no campo oral/escrita nas interações de uso.
Grabe(2002) aponta para o leque de pesquisa da LA. Já consolidada como área de conhecimento  e para a relação entre as disciplinas utilizando-se  da metodologia de pesquisa-ação.
Celani(1998) Fala da autonomia organizacional da LA. Interpretando os problemas da linguagem com dimensões dinâmicas, buscando uma definição sempre nova.
O LA precisa dar devolutivas a sociedade investigada. (questão ética)
Refletir sempre sobre quais as contribuições da pesquisa do trabalho que realizamos?
Rajagopalan (2003) Linguísta Aplicado - Definindo-o como promotor de mudanças mesmo que pequenas... Com posturas éticas,morais, políticas e críticas. E estudos das questões históricas sociais culturais e políticas. Compreendendo que em todos estes processos a língua está envolvida. Tendo seu campo de atuação ampliado estudando questões diversas.
Programas no Brasil PUC, UFSC, UFRJ, UFRN,  UNB, UNICAMP e demais cursos independentes.
  Tema para o GT 3. ( CLAFPL)
Políticas Linguísticas e sua Interface com a Formação de Professores de Línguas. ( 5 a 7 de novembro UNB).
IV Congresso Latino-Americano.
Formação Continuada de Docentes da área de Linguagem Múltiplos Olhares acerca das Teorias e Práticas de Ensino e Aprendizagem Desenvolvidas pelo CEFAPRO de Mato Grosso.
Grupo de Estudo Área de Linguagens/Cefapro e Drª Leandra Ines/UNEMAT



Parabéns as pesquisadoras pelo empenho e pelos intensos estudos.

Grupo de Estudo-GEPLIA- Linguística Aplicada- Pesquisadoras CEFAPRO/UNEMAT

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Ensino Fundamental de 9 anos e a Organização Curricular Por Ciclos de Formação Humana: Algumas reflexões.

                 Sara Cristina Gomes Pereira 
                          Sueleide Alves da Silva Pereira


No sentido de ampliar o tempo da escolarização das crianças, foi sancionada em 2006, a lei 11274 do Ensino Fundamental de 9 anos. A ampliação do tempo escolar de 8 para 9 anos, consiste numa política de inclusão onde as crianças tem oportunidades de acesso já aos 6 anos de idade objetivando a apropriação dos saberes e convívio escolar, uma vez que os estudos e pesquisas revelam que crianças que ingressam na escola antes dos sete anos de idade, demonstram melhor qualidade social na aprendizagem. A referida lei que altera a redação dos artigos 29,30, 32 e 87 da Lei 9394/96, sinaliza para um ensino de nove anos com matricula obrigatória a partir dos 6 anos de idade e estabelece ainda, em seu artigo 5º que Estados e Municípios teriam um prazo até 2010 para se adequar à mudança como também ao novo modelo de pré-escolas, para atender crianças de 4 a 5 anos de idade.
Para além do aspecto social e jurídico, do ponto de vista pedagógico, a referida lei aponta e orienta a necessidade de construção de uma nova forma de organização curricular na perspectiva dos 9 anos de escolarização. Nesse sentido, propõe-se o repensar da práxis educativa. Para tanto, a edição dos fascículos, “Indagações sobre Currículo”/2007, e Ensino de 9 anos/2009 pelo departamento de políticas educacionais da secretaria de educação básica do Ministério da Educação ,constitui excelente fonte de pesquisa para orientar e subsidiar a discussão na elaboração, implantação e implementação de uma proposta curricular que reorganize os tempos e espaços escolares, nas formas de aprender e ensinar,organizar e avaliar, numa concepção de currículo que considere as singularidades do desenvolvimento humano. É necessário compreender que o ingresso de crianças de seis anos de idade no ensino fundamental implica na consolidação das capacidades a serem desenvolvidas em seus respectivos anos escolares, propiciando o desenvolvimento integral do educando.
Neste cenário, a Política Educacional do Estado de Mato Grosso,implementada pela Secretaria Estadual de Educação, se destaca como movimento de vanguarda, na experiência do Projeto Terra em 1996 a implantação do CBA no ano de 1998, quando outrora discutia a implantação e implementação de uma política educacional para atender as especificidades da infância. A organização curricular em Ciclos de Formação Humana, tem como finalidade a aprendizagem e a formação indispensável ao exercício da cidadania e a convivência social, respeitando os tempos, espaços e ritmos de aprendizagem dos educandos, fundamentada numa concepção pedagógica de que todos são capazes de aprender.
O Estado de Mato Grosso ao adotar essa forma de Organização Curricular, segundo a resolução 262/02 no seu artigo 5º aponta para “A adoção do regime escolar por Ciclos de Formação Humana, que pressupõe a duração do ensino fundamental ampliado para 9 anos, tendo em vista a ampliação do tempo de permanência na escolaridade obrigatória” .
No caso do Ensino Fundamental, sua composição observa a organização de 3 ciclos, cada um com duração de 3 anos, organizados em fases correspondentes às temporalidades da formação humana: 1º ciclo: Infância (6 à 8 anos), 2º ciclo:Pré–adolescência (9 à 11 anos) e adolescência (12 à 14 anos).Neste sentido Lima(2008) traz as contribuições da neurociência argumentando que: [...] o cérebro se desenvolve através do diálogo entre a biologia da espécie e a cultura, considerando que na escola o Currículo constitui-se fator que incide no desenvolvimento da pessoa[...] sendo assim, as atividades para conduzir às aprendizagens, precisam estar adequadas às estratégias de desenvolvimento próprias de cada idade. Em outras palavras, a realização do currículo precisa mobilizar diferentes funções do desenvolvimento humano, como a função simbólica, a percepção, a memória, a atenção e a imaginação.
Para consolidar esse processo, a Resolução 262/02 CEE/MT,que regulamenta e institui a Organização Curricular em Ciclos de Formação Humana estabelece que a adoção dessa forma de Organização Curricular considera a pluralidade de saberes e experiências cognitivas, reconhecimento da diversidade cultural como fatores enriquecedores do processo educativo, superadores de toda forma de discriminação, segregação e exclusão social.
Num entendimento que a ampliação do ensino fundamental de 8 para 9 anos aponta para uma nova forma de organização curricular e que a Secretaria Estadual de Educação do Estado de Mato Grosso desde 1996 vem implementando essa política é possível reconhecer que a ESCOLA ORGANIZADA EM CICLOS DE FORMAÇÃO HUMANA se constitui como Política Pública Estadual de Educação em atendimento a LDB 9394/96 consolidada atualmente pelas Orientações Curriculares da Educação Básica do Estado de Mato Grosso.
Tomando como base a legislação que transita nas diversas dimensões, principalmente a pedagógica é possível afirmar que embora sejam distintos, o Ensino de 9 anos, instituído pelo MEC em 2006 e a Escola Organizada em Ciclos de Formação Humana são indissociáveis, onde o primeiro fora implantado para ampliar o tempo e a qualidade da educação e o segundo antecipa-se a consolidação e a implementação dessa política. É coerente afirmar que o caráter antecipador da Escola Organizada em Ciclos de Formação Humana se constitui como política de educação estadual, que assegura o compromisso com a qualidade social do ensino de 9 anos na atualidade considerando que a maioria dos Estados e Municípios já a adotaram pela necessidade de implantar e implementar uma política própria de educação e de reorganização curricular que possibilite e assegure financiamentos/investimentos, em diversos aspectos importantes da educação e principalmente no que diz respeito a Formação Continuada dos Profissionais da educação.
Temos assim o entendimento que a Lei do ensino de 9 anos criada e implementada atualmente na maioria dos Estados e Municípios do país constitui-se em uma política própria de educação, de reorganização curricular que perpassa pelos financiamentos/investimentos da educação possibilitando principalmente a formação continuada dos profissionais da educação ampliando de 8 para 9 anos o tempo de escolarização das crianças e que esta reorganização considere as temporalidades e individualidades dos educandos, assim como já acontecem em grande parte das escolas do ESTADO DE MATO GROSSO Organizadas em Ciclos de Formação Humana, divididas em 3 ciclos respeitando os tempos, espaços e ritmos de aprendizagem dos educandos.
Nesse sentido reside a importância dos CEFAPROs ( Centros de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação) nas contribuições das discussões e orientações aos profissionais da educação tendo em vista a qualidade da mesma para crianças, pré-adolescentes e adolescentes, na construção de um projeto de transformação social.
Desta forma e baseado na Organização Curricular proposta urge a necessidade de assumir nos registro escolares as nomenclaturas das turmas do ensino fundamental para I, II e III ciclos de forma coerente traduzindo assim a Política Educacional deste Estado.





































quarta-feira, 18 de abril de 2012

Pesquisadoras da área de Linguagens Códigos e suas tecnologias Cefapro/Sinop-MT.

Pesquisadoras do Cefapro e Prª Drª Leandra Ines da UNEMAT no Cefapro - Coordenadora do Grupo de estudo GEPLIA, parceria UNEMAT/CEFAPRO-2012.
"A Alegria não chega apenas no encontro com o achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e fora da alegria" (Paulo Freire)

Olimpíada de Língua Portuguesa/Sinop - 2º encontro multiplicadores do Polo.






“ Se a educação sozinha não pode tranformar a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda”.



Data: 17/04/2012

Horário:8 h as 11h
            13h as 16h

Local: Cefapro/Sinop

Mediadoras: Sara, Marcia e Ketheley
Objetivos:
Fortalecer os estudos sobre a concepção de ensino das linguagens a partir dos gêneros textuais;
Socializar as ações desenvolvidas nos municípios;

8h – Acolhida

8:15 as 10:00 - Socialização da multiplicação.
* 9:15 as 9:30- Intervalo

10 h as 11h- Concepções de ensino das linguagens
Estudo em grupo do texto “LINGUAGEM,  EDUCAÇÃO E  FORMAÇÃO DE PROFESSORES”
(Maria de  Fatima  B.  ABDALLA)
- Estudo em grupo e socialização das principais ideias.

*Vídeo

13h - Ver os vídeos dos finalistas das edições anteriores.
13:15h – Como abraçar o lugar em que se vive.
13:45- Estudo dos cadernos: definição do gênero, oficinas, avaliação dos textos
            (quatro grupos, cada grupo estudará um gênero)
Poesia: Na Ponta do lápis n. 16 p. 10-11
Memória: Na Ponta do lápis n. 16 p. 05 a 09
Crônica: Na Ponta do lápis n.10 p. 12-13
Artigo de Opinião: Na Ponta do Lápis n.15 p. 14 a 19.
14:45 - Intervalo

15 h- Socialização dos grupos.

15:45- Avaliação do encontro.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Linguística Aplicada - Grupo de estudo por área de Conhecimento.

sexta-feira, 13 de abril de 2012


II encontro do GEPLIA

Foto: Senilde Catelan
Neste encontro ficou definido que precisávamos entender a Linguística Aplicada (LA), suas origens e especifidade.

Applied linguistics

"The academic discipline concerned 
with the relation of knowledge about 
language to decision making in the real 
world." (Cook, 2003)


É completamente nova. Existem muitas relações entre a Linguística (puros, núcleo duro) e Linguística Aplicada.
Tudo que for questão de uso da linguagem interessa a Linguística Aplicada. 
Tem um objeto de estudo, a linguagem em uso.
É comum a pesquisa campo, pesquisa qualitativa. 
Os LA tratam dos problemas da linguagem colocados na prática, da linguagem em uso preocupando-se com as práticas de uso da linguagem em tempos, lugares, sociedade e culturas específicas, enquanto os Linguístas tem a preocupação em descrever a língua numa prática teórica e científica.
Foto: Senilde Catelan
Como surgiu a LA?
  • Na década de 60 - inclusão da Linguística nos cursos de letras;
  • Década de 80 - multiplicam-se os efeitos das teorias linguísticas na IEs.
  • No início da década de 90 surgem Rojo (1999), Kleiman (1991, 1992, 1998) e Celani (1998, 1992)...ressaltam que a LA ainda estava numa situação de dependência da Línguística.
  • Em 1960 cria-se a AILA, em 66 a BAAL e 67 o TESOL Quartely.
  • Nesse mesmo período o linguista aplicado envolve-se com questões de como o educando aprende, e não como o professor ensina.
  • Em 70 chega oficialmente no Brasil. É fundada pela PUC-SP, o primeiro programa de pós-graduação LAEL e em 1971 é reconhecido como centro de excelência pelo CNPq.
  • 2002 o foco central da LA estava relacionado a acessar questões e problemas de linguagem à medida em que eles ocorriam no mundo real.
LA como articuladora de domínios de múltiplos dos saber, em diálogo constante com constantes vários campos do conhecimento que têm preocupação da linguagem (Sociologia, Antropologia, Sociolinguística...)(Celani).
Tem como objetivo identificar e analisar questões de linguagem na prática dentro ou fora do contexto escolar.
Mas afinal qual o papel da LA no ensino de Línguas?
1 - Refletir sobre o processo ensino/aprendizagem de Língua...
Refletir sobre minha prática e atuação pedagógica.
2 - Considerar as interações verbais em sala de aula.

No final da manhã, gravamos depoimentos de cada uma em relação a dinâmica de estudo e expectativas em relação ao grupo.
Me angustia pois ainda não encontrei o meu foco da pesquisa, ou seja, em que momento a LA pode contribuir com a linguagens artísticas. Algo que me chamou atenção foi em relação a análise do discurso dos professores e sua prática, mas.. a partir daí o que fazer?
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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Inicio da Formação Olimpíada de Lingua Portuguesa município de Sinop-Mt.

Professoras Sara e Márcia em Formação para Multiplicação no Polo Sinop-Mt.
No dia 02 de abril de 2012 as professoras do CEFAPRO/Sinop, iniciaram a Formação para a Olimpíada de Língua Portuguesa com os professores deste município, na ocasião foi apresentado o objetivo do programa, a proposta de formação continuada, o calendário de formação e orientações para as inscrições.
Esta formação foi organizada para atender os profissionais em dias e horários por eles solicitados e acontecerá semanalmente nos meses de abril, maio, junho e julho, com carga horária de 20 horas. Um dos objetivos da Formação Continuada será realizar ações que auxiliem os educadores a desenvolverem práticas num movimento dialético. Nos encontros serão realizados estudos para compreendermos e situar a linha teórica em que o trabalho com as linguagens atualmente está filiado, ou seja como aliar teoria/prática num movimento dialético, buscando a qualidade do ensino/aprendizagem da leitura e da escrita.
A avaliação Formativa é proposta para o trabalho, neste sentido serão elaborados, caderno de campo, portfólios e relatórios descritivos reflexivos das atividades realizadas
Inicio da Formação 02 de abril
Encerramento 09 de julho.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Planejamento Coletivo-Sala de Educador/Formadores-Cefapro-Sinop-Mt.

26/03 - 6º Encontro do Sala de Educador

TEMA: PLANEJAMENTO COLETIVO 

(...) o interdisciplinar constitui um motor de transformação capaz de restituir vida às nossas mais ou menos esclerosadas instituições de ensino. Para tanto, mil obstáculos (epistemológicos, institucionais, psicossociológicos, psicológicos, culturais, etc.) precisam ser superados. Por exemplo: a situação adquirida dos mandarinatos no ensino e na pesquisa, inclusive na administração (cargos para os mais medíocres); o peso da rotina: a rigidez das estruturas mentais; a inevitável inveja dos conformistas e conservadoristas em relação às idéias novas que seduzem (ódio fraterno); o positivismo anacrônico que, preso a um ensino dogmático, encontra-se à míngua da fundamentação teórica; a mentalidade esclerosada de um aprendizado apenas por entesouramento; o enfeudamento das instituições; o carreirismo buscado sem competência; a ausência de crítica dos saberes fragmentados, etc. Todavia, o interdisciplinar deve responder a certas exigências: a criação de uma nova inteligência e de uma razão aberta, capazes de formar uma nova espécie de cientistas e de educadores, utilizando uma pedagogia nova, etc. 
(JAPIASSU, Hilton.  A Questão da Interdisciplinaridade. Signos.  Lajeado : FATES, 1995)


OBJETIVO: Relacionar as capacidades das áreas das OCs-MT com as temáticas que possibilitam seu desenvolvimento, entrelaçando estas à Metodologia de Projetos, para possibilitar o diálogo entre as áreas, de forma a traçar um dos possíveis caminhos para a interdisciplinaridade (pressupondo que o planejamento/trabalho coletivo demandam metodologias interdisciplinares: ações coletivas ajudam a superar a segmentação/fragmentação dos saberes).
METODOLOGIA: Trabalho em áreas do conhecimento com as capacidades/temáticas/conteúdos e com todo o coletivo no desenvolvimento de um Projeto (ou ensino, ou aprendizagem) que inicie buscando contemplar capacidades, não conteúdos.
DEBATE: No momento em que as equipes que produziram o texto relacionaram “DESCRITORES” às "CAPACIDADES” e não “conteúdos”, que mensagem querem nos transmitir ? Será que apenas a idéia de que o conteúdo deve partir do local, do problema vivido... como podemos supor conhecer o sócio-construtivismo?  
b. As capacidades elencadas em cada Ciclo devem ser obrigatoriamente atingidas? Todas? como vamos “medir” isso?  Temos clareza do que cada uma significa?
c. O exercício de reunir CAPACIDADES com áreas temáticas na minha disciplina ajuda a clarear as mesmas ou outro exercício é necessário?
d.  Como encaminharemos o planejamento coletivo: Ensino Fundamental e Ensino Médio nesta mesma visão, em torno de capacidades ou objetivos, trabalhos com projetos
e. Qual é a função dos descritores (eles estão ali para se serem testadas se as capacidades foram alcançadas) ? são utilizados no relatório final de cada aluno?
f.    Nos quadros das capacidades, em algumas partes não constam descritores relacionados as capacidades? como orientar?
g. Como integrar projetos, currículo, planejamento coletivo, interdisciplinaridade, em que momento do planejamento discutirá projetos. Estes projetos serão determinados no início do ano no planejamento anual da área ou da escola? ou serão realizados ao final de uma unidade ou de uma capacidade desenvolvida propor um projeto para integrar as áreas?
h. As OCs falam de conteúdos conceituais, atitudinais e procedimentais? Então precisamos analisar os planejamentos por este viés também?
i.Sempre falamos que o professor tem dificuldade em planejar, será que esta relacionado a falta de teoria? então como podemos trabalhar essas dificuldades?
j.    Existem conteúdos que não permitem a interdisciplinaridade OU neste caso como orientar o professor diante disso?
k.Os professores reclamam do fator tempo. Será que estas atividades  poderiam ser trabalhadas durante o Projeto Sala de educador?
l.    Como desenvolver o planejamento de trabalho coletivo considerando a rotatividade de professores nas escolas?

Atividades
Atividade/exercício 01a (na área): relacionar capacidades com temáticas ou áreas (não necessariamente conteúdos do índice de um livro didático, mas pensar que determinada capacidade pode ser atingida por determinada área de conhecimento ou temática ou conteúdo de nossa disciplina, sem necessidade de restringi-lo demais). Elaborar um plano pessoal, para ter clareza suficiente de quais capacidades minha disciplina pode atingir e de que maneira. Assim teremos:
capacidade do Ciclo 3 e Ensino Médio
Disciplina X
Capacidade “a”área de conhecimento da disciplina, ou temática ou conteúdo X

Capacidade “b”


Exercitar, em cada disciplina, este trabalho para cada ciclo ou escolhemos um ciclo apenas?
Tempo sugerido para a área: 1 hora.
Atividade/exercicio 01b: relacionar as capacidades com temáticas das disciplinas em cada área, ampliando o gráfico acima, desta forma (exemplo do 3º ciclo de Humanas):
capacidades da área de Humanas - 3º Ciclo
HISTÓRIAGEOGRAFIA
ENSINO RELIGIOSO
Capacidade “a”



Capacidade “b”




Em momentos coletivos, de planejamento por área, relacionar a mesma capacidade para diferentes abordagens (temáticas, área da disciplina, conteúdos), de forma a construir uma nova “cronologia” de trabalho baseada em capacidades.
Tempo sugerido para a área: 1 hora.
Atividade/exercício 01c: planejamento de um projeto interdisciplinar. Como propor a temática de um projeto ?  Qual é o passo inicial para se instituir um projeto?
Uma vez estabelecido o projeto (por exemplo, o já conhecido cozinhando...), tendo já os planejamentos das capacidades e as relações entre capacidades e temáticas, podemos propor um projeto que trabalhe a capacidade X, Y e Z... dessa forma faremos o interdisciplinar - ao envolver mais de uma área (ou todas) em um projeto.
Assim teremos:
Capacida-
des X Y Z do Projeto Alfa
área “A” - Capacidade Z
área“B” - Capacidade X
área“C” - Capacidade T
área “D” - Capacidade y
Capacidade X
O que propõe para desenvolver esta capacidade
O que propõe para desenvolver esta capacidade
O que propõe para desenvolver esta capacidade
O que propõe para desenvolver esta capacidade
Capacidade Y
O que propõe para desenvolver esta capacidade
O que propõe para desenvolver esta capacidade
O que propõe para desenvolver esta capacidade
O que propõe para desenvolver esta capacidade

* As equipes devem ter espaços coletivos de planejamento semanal do projeto.... No coletivo definimos desde as capacidades dos projetos como as capacidades a serem desenvolvidas por cada área: é um exercício constante de replanejar a partir de um planejamento já feito na disciplina e na área.
*Não há como desenvolver um trabalho inter por conteúdos (rejeitamos assim o conteudismo) e sim por habilidades: por isso a necessidade de verificar antes quais temáticas eu posso relacionar para dar conta de trabalhar as capacidades indicadas nas OCs-MT...
*Não pode ser trabalho com conteúdos, pois, se for na área de conhecimento, trabalhando várias disciplinas, cada qual com seus “conteúdos”, não há sintonia. Por isso o trabalho com capacidades, para que seja possível a interação na área e depois das áreas.

Primeiro Encontro Presencial Olimpíada de Lingua Portuguesa-Sinop-Mt.

Local: Cefapro  - Av. das Embaúbas , 1487  - Centro  Sinop/MT

Data: 02/04/2012

Início: 19 h

Objetivos:

Apresentar o programa da Olimpíada de Língua Portuguesa para os professores do município de Sinop, para fortalecer as ações nas unidades escolares.

Apresentar a proposta  e cronograma de Formação Continuada  presencial.

terça-feira, 20 de março de 2012

Projeto - Formação Continuada - 2012- EE.L.C. Ceconello

Profissionais da E.E.Luiz Carlos Ceconello em formação continuada.







PROJETO SALA DO EDUCADOR

Formação Continuada






Diretora: Sônia Maria Martinelli Ferreira
Coordenadora Pedagógica: Gisláide Aparecida Ferreira de Sena
Eliane Aparecida Guimarães

Coordenadora do Projeto: Gisláide Aparecida Ferreira de Sena







Lucas do Rio Verde-MT
2012




IDENTIFICAÇÃO

”ESCOLA ESTADUAL “LUIZ CARLOS CECONELLO”.
ENDEREÇO:
Rua: Peroba, n. 1010-S, Lote Único.
Fone: Fax(0xx65) 3549 – 3772
E- mail: lrv.ee.luizc.ceconello@seduc.mt.com.br
Bairro: Cerrado
Cidade: Lucas do Rio Verde - MT
CEP: 78 455 000

ASPECTOS LEGAIS:
A Criação da Escola Estadual “Luiz Carlos Ceconello” se deu no dia 23 de dezembro de 2008, pelo Decreto Nº 1751/08, com a denominação de Escola Estadual “Luiz Carlos Ceconello”, sediada no município de Lucas do Rio Verde, autorizada conforme CEB nº 198/2010-CEE/MT e credenciada conforme credenciamento CEB nº 102/2010 – CEE/MT.
























ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR

Em 2012 a escola possui as seguintes turmas, organizadas por Ciclos de Formação Humana, de acordo com as Orientações Curriculares do Estado de Mato Grosso.

CICLO/FASE (ano)
TURMA
QUANT. DE ALUNOS
PERÍODO
1ª FASE 1º CICLO(1º ANO)
A
24
MATUT.
1ª FASE 1º CICLO(1º ANO)
B
16
VESPERT.
1ª FASE 1º CICLO(1º ANO)
C
17
VESPERT.
2ª FASE 1º CICLO(2º ANO)
A
27
MATUT.
2ª FASE 1º CICLO(2º ANO)
B
31
VESP.
3ª FASE 1º CICLO(3º ANO)
A
21
MATUT.
3ª FASE 1º CICLO(3º ANO)
B
24
VESP.
3ª FASE 1º CICLO(3º ANO)
C
25
VESP.
3ª FASE 1º CICLO(3º ANO)
D
21
VESP.
1ª FASE 2º CICLO(4º ANO)
A
30
MATUT.
1ª FASE 2º CICLO(4º ANO)
B
30
VESP.
1ª FASE 2º CICLO(4º ANO)
C
28
VESP.
2ª FASE 2º CICLO(5º ANO)
A
21
MATUT.
2ª FASE 2º CICLO(5º ANO)
B
25
MATUT.
2ª FASE 2º CICLO(5º ANO)
C
28
VESP.
2ª FASE 2º CICLO(5º ANO)
D
25
VESP.
3ª FASE 2º CICLO(6º ANO)
A
27
MATUT.
3ª FASE 2º CICLO(6º ANO)
B
28
MATUT.
3ª FASE 2º CICLO(6º ANO)
C
27
VESP.
3ª FASE 2º CICLO(6º ANO)
D
28
VESP.
1ª FASE 3º CICLO(7º ANO)
A
30
MATUT.
1ª FASE 3º CICLO(7º ANO)
B
30
MATUT.
1ª FASE 3º CICLO(7º ANO)
C
24
VESP.
2ª FASE 3º CICLO(8º ANO)
A
27
MATUT.
2ª FASE 3º CICLO(8º ANO)
B
27
MATUT.
2ª FASE 3º CICLO(8º ANO)
C
30
VESP.
2ª FASE 3º CICLO(8º ANO)
D
29
VESP.
3ª FASE 3º CICLO(9º ANO)
A
27
MATUT.
3ª FASE 3º CICLO(9º ANO)
B
31
MATUT.
3ª FASE 3º CICLO(9º ANO)
C
26
MATUT.
3ª FASE 3º CICLO(9º ANO)
D
28
VESPERT.
3ª FASE 3º CICLO(9º ANO)
E
26
VESPERT.
TOTAL
837

INTRODUÇÃO
A Escola Estadual Luiz Carlos Ceconello foi criada no dia 23 de dezembro de 2008 pelo decreto nº 1751/ 08 com a denominação “Escola Estadual Luiz Carlos Ceconello” com área cedida no município de Lucas Do Rio Verde, MT Situada no Bairro Cerrado, Rua Peroba 1010 S.
A escola é constituída de dois blocos de alvenaria, quatro banheiros femininos, quatro banheiros masculinos, uma sala de professor, uma biblioteca, uma sala de informática, uma sala de vídeo, uma sala de apoio, dezesseis salas de aulas, um almoxarifado, uma cozinha um refeitório e o pátio.
No ano letivo de 2009 teve inicio a modalidade ensino regular de nove anos, que funcionava nos períodos matutino e vespertino. Em 2011 aderiu as Orientações Curriculares do Estado de Mato Grosso com a Organização por Ciclos de Formação Humana. Para 2012 foi adotada a metodologia de Projetos de Aprendizagem e para a organização pedagógica foram criadas as salas ambientes, onde cada professor pode ambientar a sala de forma dinâmica que atenda os pressupostos da disciplina.
Estudam nesta escola filhos de comerciantes, funcionários públicos, trabalhadores rurais e urbanos. A renda media, é media baixa e a maioria das famílias é composta apenas com filhos e mãe e outras de apenas filhos e pai, com costumes e valores diferenciados. A clientela é formada de uma realidade de presença itinerante.
O quadro de funcionários é composto por diretora, duas coordenadoras, quatro merendeiras, seis pessoas da limpeza, três guardas, duas articuladoras, duas professoras nas salas de recurso, uma secretária, dois técnicos Administrativos, um técnico de informática, uma bibliotecária, uma auxiliar da coordenação (em desvio de função), duas auxiliares na recepção dos alunos (ambas em desvio de função) e 28 professores regentes em sala de aula.



PRESUPOSTOS TEORICOS

Em consonância com as urgências de um mundo em constantes transformações sociais, tecnológicas e econômicas, faz-se necessário uma ampla discussão a respeitos dos fatos que direta e indiretamente afetam os rumos da educação no país, bem como nos inteirarmos das novas propostas e tendências pedagógicas apresentadas à escola como vir a dinamizar, reorganizar e inovar o espaço educativo. Apesar de alguns temas já serem pontos de discussão e estudo ainda permanecem repletos de novas possibilidades de crescimento e aprimoramento pedagógico. A escola Ciclada que se apresentou como uma nova forma de organização curricular e que hora chega ao 3º ciclo, tendo a nomenclatura mudada para escola organizada por Ciclos de Formação Humana, merece maiores estudos e adequações de postura, seja dos professores, da equipe pedagógica, como também dos pais e dos alunos, sem perder de vista a LDB que nos conduz e regimenta as atitudes das instituições, assim para promover, articular e envolver as ações das pessoas no processo constante de revisão e aplicação de metas e ações, as quais devem e precisam ser amplamente discutidos pela comunidade escolar principalmente pelo corpo docente desta Unidade de Ensino.
Estar em constante busca de novos caminhos para atingir qualidade na educação é de responsabilidade de toda a comunidade escolar. É necessário a busca de novas metodologias, capacitações constantes, uma formação contínua e de qualidade para todos os profissionais, para juntos superarmos todas as dificuldades existentes não só no interior da escola mas, em toda a comunidade.





JUSTIFICATIVA

O presente projeto Sala do Educador, Formação Continuada, propõe estudos de fundamental importância para os educadores desta escola, através de grupo de estudo que proporcionara reflexões, tendo em vista a necessidade de conhecimento das mudanças na política educacional brasileira, bem como, a necessidade de adequação de prática pedagógica a nova visão de educação ressaltada pelos PCNs e pelos parâmetros da Escola Organizada por Ciclos de Formação Humana de Mato Grosso.
O projeto propõe estudos a respeito dos parâmetros curriculares, escola, município, estado, plano de desenvolvimento da escola, projeto político pedagógico da escola, planejamento de área, regimento escolar, portarias e projetos escolares bem como, leituras complementares, tendo em vista, a necessidade de maior interação pedagógica e troca de experiência, visando conhecer a analisar as transformações e tendências educacionais ao nível municipal, estadual e nacional.
Espera-se, que as leituras, discussões e reflexões possam fomentar ideias de liderança em nossos educadores e, assim, exercer com plenitude o processo democrático.
Portanto, este projeto se justifica por trazer ao educador a possibilidade de ampliar seus conhecimentos teóricos, sua prática pedagógica, auxiliando-o em melhor desempenho no processo ensino-aprendizagem.


OBJETIVO GERAL
Promover estudos que visam maior integração entre a teoria e prática educativa e novos saberes, possibilitando esclarecimentos sobre as mudanças na política educacional do país e suas tendências pedagógicas, promovendo, assim, a melhoria e qualidade no desempenho pedagógico, corroborando com a atuação dos educadores, para que atuem de forma crítica e transformadora numa educação mais democrática, voltada para construção de cidadania, estabelecendo assim, eixos norteadores a interdisciplinaridade e a contextualização, fortalecendo as propostas curriculares.

OBJETIVO ESPECÍFICOS

  • Promover a formação continuada sobre construção, atuação e avaliação, nas diversas áreas do conhecimento;
  • Envolver o cotidiano para que haja diálogo e troca de experiência;
  • Proporcionar ao grupo momentos de reflexão e discussão sobre a prática pedagógica proposta;
  • Promover maior interação entre todos os funcionários da escola;
  • Reconhecer na educação continuada o caminho para sanar as dificuldades encontradas pelo grupo;
  • Conhecer, entender e trabalhar de acordo com a proposta de ensino fundamental de 9 anos organizado por ciclo de formação humana;
  • Conhecer, discutir e reestruturar a proposta do P.P.P. e o Regimento Escolar;
  • Discutir e refletir sobre prática pedagógica;
  • Promover estratégias para desenvolvimento de projetos que visem sanar as dificuldades de aprendizagem e psico-sócioculturais;
  • Conhecer e utilizar as mídias e meio tecnológicos na prática pedagógica.


METODOLOGIA
O estudo Formação Continuada da Sala do educador, está apoiado no projeto da escola sendo que os estudos são em horários agendados fora da carga horária semanal, com: estudos de textos variados, leitura coletiva, trabalhos em grupos, debates, palestras, dinâmica, textos, regimento escolar, PDE, PPP da escola, materiais do MEC, LDB, portarias, materiais audiovisuais e projetos da escola. O importante é que os profissionais troquem experiências e encontrem novas metodologias de ensino, assim, o maior beneficiado será o aluno com a garantia de uma escola de qualidade.
Os estudos serão encaminhados pelo coordenador, responsável por organizar o material, preparar reuniões, encaminhamentos, análises e reflexões, bem como ajudar e participar das atividades propostas pelo projeto, pois acreditamos que o estudo preparado por grupos fica mais dinâmico e prazeroso garantindo a participação efetiva de todos.
Para melhor organizar o atendimento aos professores, oferece-se horário nas Quartas–feiras no período da 17h30min às 20h30min horas nas dependências da escola.
Todos os encontros são presenciais, com as execuções de leitura discussões, debates e realizações das atividades. Os encontros serão organizados em grupos dentro de cada tema, num total de 90 horas.
Também contamos como parceiro: “O Programa a União Faz a Vida” (Projeto desenvolvido no município com o apoio do banco SICRED), cujo o principal objetivo é desenvolver o cooperativismo na comunidade.
Acreditamos que a formação vem acrescentar e nos amparar, ajudando na construção de uma escola melhor, discutindo e refletindo dando entre nós professores, uma troca maior de experiência e novas metodologias a nossa prática pedagógica.



CRONOGRAMA

Os temas discutidos serão flexíveis, podendo ser alterados no decorrer, dos estudos, observando-se a necessidade do momento com os temas:
  • Orientações Curriculares para Educação Básica do Estado de Mato Grosso;
  • Ética no ambiente escolar;
  • Processo de avaliação na escola Organizada por Ciclos de Formação Humana;
  • Estudos sobre currículo;
  • Elaboração de projetos e projetos de aprendizagem;
  • Gestão de conflitos no ambiente escolar;
  • Uso de mídias e tecnologias;
  • Estudos Sobre o PPP/PDE;
  • Estudo sobre o regimento escolar;
  • Estudo sobre interdisciplinaridade e transdicisplinaridade;

Os estudos realizados na sala do educador dar-se-ão por meio de encontros com 3 horas de duração, todas às quartas-feiras, das 17h30min às 20h30min, perfazendo um total de 90 horas.
DIAS PREVISTOS



21/03
09/05
20/06
15/08
26/09
28/03
16/05
27/06
22/08
26/09/12
04/04
23/05
04/07
29/08
03/10
11/04
30/05
11/07
05/09
10/10
18/04
06/06
18/07
12/09
24/10
25/04
13/06
08/08
19/09
31/10


Parabéns. O texto está muito bom relata bem a realidade formativa da escola.