segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Estudos da Conapee - Cefapro-Sinop-MT.

Tendo em vista a Etapa Municipal da  Conapee, os professores formadores do CEFAPRO/Sinop-MT. Já a algumas semanas tem estudado textos diversos como o Próprio Plano Estadual de Educação o Documento referência de Avaliação do Plano, bem como tem buscado orientar as escolas no sentido de estudarem os 6 eixos em que se subdivide o documento para sugestões de aprimoramento, sabendo que nos municípios durante esta e a próxima semana estarão acontecendo a primeira etapa, nosso trabalho tem sido no sentido de organizar junto às escolas a melhor estratégia para estudo do documento.

Parabéns a todos os envolvidos neste processo que certamente culminará na melhoria da Qualidade da educação neste Estado.

Relato Professora Vera Lúcia - Escola Angelo Nadin - Lucas do Rio Verde

Fórum Estadual de Educação de Mato Grosso - na Sala do Educador 
A sala do educador do dia 16-08, da Escola Estadual Angelo Nadin, teve como objetivo a familiarização com o material da CONAPEE – Conferência de Avaliação do Plano Estadual de Educação. Tivemos a participação da professora Sara do CEFAPRO de Sinop que ressaltou a importância do estudo e análise do documento, tendo em vista a necessidade de se conhecer as propostas dos Eixos e se necessário sugerir possíveis alterações.  
O primeiro passo foi conhecer as partes que compõe o documento, foi possível assim observar a riqueza de informações levantadas pela Conferência, dados que contextualizam o processo educacional do nosso estado e país nos últimos anos. Foram discutidos dados oferecidos pelos gráficos, entre os itens observados encontra-se a evolução dos 20% mais pobres ( 1º quintil) no acesso à educação, são dados bastante favoráveis, contudo fica claro que ainda precisamos de avanços na qualidade de ensino oferecido a esse grupo.  
A partir do diagnóstico do documento houve a oportunidade de se rever e discutir práticas que visam incluir alunos com necessidades especiais no Ensino Regular. Um dos Eixos do documento trata da Inclusão e Diversidade da Educação e já podemos observar tentativas e ações que visam garantir a inclusão, mas é sem dúvida uma tarefa complexa principalmente quando nos deparamos com a falta de capacitação dos profissionais da educação para atender as diferentes necessidades especiais que os alunos venham a apresentar.  Além disso, não há profissionais disponíveis para acompanhar esses alunos de forma mais individualizada, como interpretes por exemplo. É importante garantir o acesso de todos à educação e ao convívio social que a escola possibilita, por isso é preciso olhar com muito carinho para as crianças com necessidades especiais para que a ideia de inclusão não se reverta em exclusão ou frustração.  
No total são seis Eixos levantados pelo documento: 
  1. Qualidade de Educação. 
  2. Inclusão e diversidade na Educação. 
  3. Educação e Mundo do Trabalho. 
  4. Acesso e Permanência no Ensino Superior. 
  5. Profissionalização da Educação: Carreira, Salários e Formação Profissional. 
  6. Gestão Democrática: Do Projeto Pedagógico à Política e Financiamento.  
São itens de suma importância para que a educação aconteça de fato e com qualidade em nosso Estado, reforçando a importância de se participar da Conferência que visa rever e reformular o que for necessário. As reformulações podem ocorrer nas formas: aditivas, supressivas ou substitutivas. Uma avaliação consciente do documento poderá contribuir para a melhoria do nosso ensino e das condições de trabalho dos profissionais.   
Vera Lúcia Nowotny Dockhorn

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

PPP/PDE digital movimenta Escola Luiz Carlos Ceconello em Lucas do Rio Verde-Mt.


Relato Construção Coletiva PPP/PDE Escola Luiz Carlos Ceconello ano 2011.

Sabendo da importância da Construção coletiva do PPP/PDE agora digitalizado a Escola Estadual Luiz Carlos Ceconello do município de Lucas do Rio Verde, estabeleceu com a comunidade escolar o processo de construção coletiva deste documento.
Segundo relato da coordenadora da escola professora Sônia o primeiro passo foi identificar qual a identidade desta comunidade com esta finalidade no inicio do ano letivo ainda na semana pedagógica as gestoras estabeleceram as ações para esta construção, embora nesta ocasião a escola contasse apenas com alguns professores efetivos.
Elaboraram então a primeira ação para inicio de março do corrente ano “pesquisa sócio-antropológica” para esta ação foi construída uma ficha com os então presentes na escola, esta ficha diagnóstica seria aplicada pelas professoras articuladoras coordenadoras e de sala de recurso, os dados desta ficha contribuíram para conhecer especificamente os alunos e suas famílias suas reais necessidade e anseios para com a escola. Segundo relato da diretora professora Vanda este trabalho envolveu mais de 730 alunos e suas famílias propiciando assim uma ação educacional mais objetiva, o tempo de duração desta atividade foi de aproximadamente 42 dias. Esta ação se justifica pois o objetivo deste documento e planejar da melhor forma atendimento a cada comunidade escolar. Segundo as gestoras esta pesquisa apontou também situações de risco em que viviam alguns alunos possibilitando buscar em órgãos competentes apoio para a resolução destes problemas.
Outra ação importante para a construção do documento foi dividir em grupos por segmento já de posse dos questionários do sistema, para que cada segmento segundo suas especificidades refletissem e respondessem as questões. Esta ação aconteceu em momentos diversos como reuniões com pais, reuniões pedagógicas e em Sala do Educador. Os grupos empenhavam-se em buscar orientações para solução de conflitos, apontavam possíveis metodologias de trabalho e forma de avaliação sem perder de vista que sendo esta escola de ensino Fundamental a Organização por Ciclos de Formação Humana sustentaria a prática pedagógica da escola.
Os pais e alunos colaboraram com a re-elaboração do regimento escolar sendo agendado momentos de estudo por grupo de alunos de aproximadamente três turmas e socialização das decisões no grande grupo no refeitório da escola. A medida que ia aparecendo no telão as reformulações os envolvidos tinham voz para comentar ou justificar caso as mudanças não fossem pertinentes.
Quanto as reuniões com os pais o foco estava no entendimento sobre a organização curricular por Ciclos de Formação Humana, quais seu embasamento e suas contribuições para a aprendizagem dos estudantes, os pais também contribuíram no sentido de sugerir adequação do espaço físico bem como de seu mobiliário para maior conforto dos estudantes, com isto em mente foi possível identificar em quais ações seriam investidos os recursos previstos para esta escola.
Nas ações acima sitadas as Gestoras bem como articuladoras tomaram a dianteira em agendar datas e organizar os encontros bem como materiais para os trabalhos, foi também organizado uma comissão de sistematização dos dados no sistema tendo a secretária com apoio do Conselho Deliberativo para registrar as ações financiáveis, e as coordenadoras articuladoras e uma professora para sistematizar a parte pedagógica no sistema.
Até o momento já estão lançadas no sistema as ações financiáveis, questões sobre o ambiente educativo o marco situacional, o marco teórico dentre outros, sendo que o marco teórico buscou nos encontros de formação continuada do projeto sala do educador bem como em outras formações oferecidas pelo Cefapro apoio para esta construção. Vimos que a escola tem bem firme sua Concepção Sócio-interacionista de educação, promovendo a Educação de Qualidade que esta comunidade escolar de fato anseia. Segundo relato da coordenadora Sonia este trabalho que iniciou-se em fevereiro de 2011 foi tomando força e agora no mês de agosto já se pode conhecer um pouco mais a comunidade e as ações pedagógicas a ela oferecidas, disse também que embora este trabalho seja árduo tem sido um grande prazer realiza-lo, pois com o diagnóstico elaborado nestes estudos foi possível buscar parcerias para atender a demanda pedagógica e social desta comunidade.
Parabéns a todos os envolvidos neste processo, isto é de fato Gestão Democrática.
Sara Cristina/Cefapro-Sinop-MT.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Segunda Semana de agosto- Atividades no Cefapro. Sara Cristina

Elaboração de materiais para o sala do Educador das Escolas Angelo Nadin e Luiz Carlos Ceconello em Lucas do Rio Verde.
Estudos sobre  a CONAPEE no Cefapro por área.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mês de agosto/2011 ações no CEFAPRO- professora Sara Cristina/SINOP.

Nos dias 01 a 06 de agosto em Sinop-Mt; Aconteceu  o primeiro encontro regional dos CEFAPROS, com o tema "Fortalecendo a Formação Continuada" na ocasião participaram do encontro os CEFAPROS de Cuiabá, Alta Floresta, Matupá e Sinop-Mt. Muitos assuntos foram discutidos com os professores da SUFP, como: A convergência das TICs na Formação Continuada dos Profisiionais da Educação e os novos espaços de (WEB)aprendizagens na cibercultura. Percurso Formativo.Diagnóstico-Construção, análise e avaliação.Projeto Sala do Educador- Cefapros: Espaços Formativos ( Sala de Gestor, sala de Formador, Sala de Educador). Avaliação e Relatório Descritivo. Acesso ao sistema SIGA. Foram muitas as questões levantadas pelos professores Formadores durante o encontro que demandarão tempo e estudos aprofundados sobre os Temas.

Férias Proinfantil 2011

Nos dias 19 a 29 de Julho a professora Sara Cristina esteve em férias referente as ações do Programa Proinfantil realizadas em Janeiro de 2011.
Período para renovar as energias.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Estudos sobre os Projetos de Aprendizagem no CEFAPRO 15-07-2011.

No Período matutino do dia 15/07/2011, os Pesquisadores do Projeto Interinstitucional reuniram-se no Cefapro/Sinop no período matutino para estudos, na ocasião esteve presente a professora coordenadora do Projeto Albina a professora da Unemat Edineuza e os professores formadores do Cefapro José Paulo, Sara Cristina e Rozilene. A professora Albina retomou os objetivos do Projeto Interinstitucional que servirão de referência para as ações com os PAs na escola Renee Menezes, servirão também como apoio para o sub-projeto de ação dos pesquisadores. Na ocasião a professora Sara Cristina leu a resenha feita sobre formação de Professores, ficando para o próxima sexta-feira a socialização dos demais componentes do grupo. Segundo a coordenadora do Projeto estes estudos servirão de aporte teórico para a estruturação do sub-projeto podendo futuramente transformar-se em artigo científico.
Outras ações com os Projetos de Aprendizagem serão realizadas após diagnóstico na escola Renee Menezes que será feito neste mesmo dia no período vespertino por alguns componentes do Grupo.

Sara Cristina/Cefapro-Sinop-MT.

Encontro Com Gestoras da Escola Renee Menezes- Professores Pesquisadores dos PAs.

Na Sexta Feira dia 15 de julho os professores Formadores José Paulo e Sara Cristina juntamente com as professoras da UNEMAT Albina e Edineuza estiveram reunidos com as professoras Rita, Iza, Neide e Eva (diretora) para realinhamento das ações dos Projetos de Aprendizagem na Escola Renee Menezes, os pesquisadores buscaram identificar quais ciclos e fases estão desenvolvendo os Projetos de Aprendizagem atualmente. Segundo relato da coordenadora Iza algumas turmas uniram-se para desenvolver temas em comum como por exemplo as turmas do Ensino Médio do Noturno, escolheram o tema "DROGAS" para pesquisar vários professores estão participando desta pesquisa como orientadores e contribuindo com seus conteúdos, outras turmas no diurno também se uniram em temas comuns para pesquisar. Os pesquisadores também puderam verificar alguns materiais como Portfólio, Blogs, e orientaram também a técnica do laboratório no que diz respeito ao ambiente e-Proinfo e as postagens que deverão ser feitas até o mês de setembro. Embora a escola esteja com dificuldades em reorganizar o calendário letivo por conta da greve e da reforma na escola pudemos perceber que isto não desmotivou os profissionais no trabalho com esta metodologia inovadora e tão oportuna.

Parabéns aos educadores da Escola Renee menezes pelo compromisso com a educação de qualidade.

Sara Cristina/Cefapro-SINOP-MT.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Resenha de Textos sobre Formação Continuada. Sara Cristina/Cefapro-Sinop-MT.

A Subjetividade no Projeto Sala do Educador




Sara Cristina/Cefapro – Sinop-Mt.




Formação Continuada em questão segundo Schonn, Nóvoa, Zeiichner, Tardif, Perrenoud dentre outros.




Em se tratando de Formação Continuada seria bom refletirmos sobre:




Como os estudos durante o Projeto Sala do Educador afetam nosso desempenho profissional?




Por que participar deste Projeto?




O que sentimos ao participar destes encontros?




Conseguimos de fato envolver-nos ou engajar-nos nesta proposta de Formação Continuada?




Quais as transformações percebidas por nós a medida que estes estudos acontecem?




Qual a concepção política e ideológica que sustenta a Formação Continuada em Mato Grosso?




A que propósito serve a Formação Continuada?




A aquisição de conhecimentos e Competências desenvolvidas nesta formação responde a um modelo de Deficit?




Ou parte do principio que o profissional de educação é agente de desenvolvimento curricular e humano?




A Formação Continuada em questão está centrada na instituição e seus anseios ou no profissional?




Em que medida o profissional que participa da Formação Continuada compromete-se com sua própria formação e vê nela possibilidade de transformação de sua prática?




Como acontece a interação e a socialização das experiências no processo de Formação Continuada?









Estas são apenas algumas indagações que orientam nossos estudos sobre Formação Continuada. Para respaldar a subjetividade destes questionamentos será significativo evidenciar que um dos objetivos deste estudo é desvelar camadas, ou seja valorizar o singular dar importância ao acidental, nesta perspectiva se observarmos o custo da “Civilização” e do apelo a coletividade em detrimento da individualidade constataremos que é muito alto pois o mesmo demanda constante repressão do indivíduo para com o coletivo(social).




Sendo assim é oportuno detectarmos qual a concepção política e ideológica que sustenta a Formação Continuada em questão, tendo em vista que segundo (Fusari,1997) há tendências diversificadas de Formações Continuadas, como por exemplo a Tendência Tradicional que prevê além da aquisição do conhecimento uma mudança de atitude por parte dos profissionais, outras tendências em formação continuada também são sugeridas pelo autor como: A Tendência Tecnicista; Tendência Critico-reprodutiva e Tendência Crítica cada uma destas tendo suas peculiaridades, desta forma nos cabe analisar, a qual tendência nossa Formação Continuada se filia?




No Livro “Os professores e sua Formação”(Nóvoa,1997) aponta para a importância de considerarmos o perigo do praticismo/pragmatismo nas ações de Formação Continuada bem como a importância da superação da dicotomia teoria/prática , para o autor esta superação constitui-se um grande desafio.




Outra questão relevante no tocante a Formação Continuada tem sido quais as contribuições desta nas relações que se estabelecem entre educadores e estudantes ou segundo (Mizukami,1986) considerando que, a educação tradicional prevê uma relação vertical entre professor-aluno, oque é privilegiado nas relações de Formação Continuada muitas vezes são aspectos formais como metodologias, conteúdos, currículos, registros dentre outros, em detrimento de aspectos “não lógicos” como afetos, emoções, expressões do inconsciente, aspectos estes que influenciam diretamente no fazer pedagógico, se consideramos que o professor/educador será indubitavelmente objeto de transferência dos desejos do estudante e o desejo de saber deste se aferra a pessoa do educador.




Nesta perspectiva cabe-nos indagar até que ponto a Formação Continuada proporciona ou possibilita momentos de disponibilidade de um profissional para com o outro, para o diferente para a heterogeneidade? Outras questões relevantes são: Oque nos sustenta na profissão professor/educador? Qual o modelo de Formação Continuada que estou filiado tenho consciência deste modelo?




Pois Segundo Nóvoa(1998) temos diferentes modelos de Formação Continuada com objetivos diversos como: O modelo Clássico desenvolvido pelas Universidades, Secretarias de Educação e Ministério da Educação, além destes temos o Modelo Estruturante o Modelo Construtivista e a Formação Continuada via metodologia ativa-construtivista que envolve a formação segundo a ótica da ação-reflexão-ação e nesta perceptiva a Formação Continuada desloca-se da Universidade para o espaço da escola básica segundo Nóvoa (1998) este modelo de Formação permite a valorização do saber docente, além disso considera o contexto no qual o docente está inserido, diferenciando-se de “pacotes de Formação Padronizados”.




Seguindo esta lógica Candau( 1999) corrobora com o pensamento de que a escola deve ser lócus de Formação Continuada, valorização do saber docente, mais que isso que durante estes momentos de Formação sejam considerados aspectos fundamentais como os diferentes ciclos de vida profissional e este pensamento está em consonância com Hubermam(1992) que aponta para a importância de durante a Formação Continuada considerar a subjetividade de cada profissional, ou os diferentes Ciclos de vida dos educadores bem como sua diversidade e seus interesses, este modelo a que denominarei “Modelo Construtivista de Formação Profissional” deverá levar em conta os desafios e possibilidades no processo de Formação Continuada de Professores/educadores.




Desta forma nos cabe indagar em que medida a Formação Continuada a qual me filio tem articulado Formação com Experiências desenvolvidas na instituição escolar? Em que medida ou até que ponto percebo a valorização dos saberes prévios e práticos dos profissionais com quem atuo? Consigo perceber o modele de Formação Continuada a qual participo como Estrutural ou Construtivista? Ou segundo Nóvoa(1992) como modelo interativo/reflexivo? Sei de fato as implicações destes modelos diferentes de Formação Continuada?




Segundo Mizukami(2002) a formação continuada será mais efetiva quando os profissionais forem investigadores pesquisadores e as pautas e ou estudos surgirem da necessidade deles, desta forma serão como sementes para mudanças maiores.




Neste sentido cabe-nos rememorar as origens da Formação Continuada em Mato Grosso, sua Trajetória seus conflitos e tensões. Porém reconhecemos que a Formação Continuada gestada e gerida pelos próprios profissionais da educação terão mais exito e gerarão mais participação e desejo de transformações. Quando o professor/educador é o protagonista do seu desenvolvimento profissional tem maior possibilidade de êxito, desde que lhe sejam garantidas condições de formação atuação e mudança, nesta perspectiva a Formação Continuada se dá num movimento processual e contínuo.














A Formação Continuada sobre os Projetos de Aprendizagem propicia situaçõesque contribuem com a reflexão sobre a ação dos profissionais da escola?









A Proposta de Formação Continuada que Insere os Projetos de Aprendizagem provoca reflexão na ação pedagógica dos profissionais da escola?

terça-feira, 12 de julho de 2011

Cronograma CEFAPRO- Professora Sara Cristina Segunda semana de JULHO de 2011.

Segunda- Feira -  Reunião Administrativa, Sala do Educador- "Estudos sobre o PPP/PDE. ( Textos enviados pela coordenação)

Terça- Feira - Organização das atividades para a semana e cronograma. Estudo de área sobre os textos PPP/PDE enviados pela coordenação, estudo individual textos sobre Formação de Professores para embasamento do Projeto de Aprendizagem desenvolvido na Escola Estadual Renee menezes.

Quarta- Feira - Encaminhamentos para o Sala de educador das Escola Angelo Nadin e Luiz Carlos Ceconello oline. Continuação dos Estudos sobre PPP/PDE e Formação de Professores.

Quinta -Feira - Resenha dos textos sobre Formação De professores para embasamento dos PAs da Escola Renee Menezes. Organização de materiais do programa PROINFANTIL.

Sexta- Feira- Reunião com a Professora Albina para socialização das leituras e resenhas dos textos para o projeto da E.Renee Menezes e a tarde reunião com a professora Albina com todos os pesquisadores.